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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

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Era para falar sobre as férias...

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Hoje dediquei o dia à "Sra. Inércia". São poucas as vezes em que eu e ela convivemos e já era altura de a receber cá em casa (apesar de não me faltar o que fazer, nomeadamente lavar o frigorífico que ficou por lavar aquando das limpezas grandes de há algumas semanas! Também não será hoje. Que se lixe!). Adiante... Estou então aqui por casa a organizar pastas com fotos das férias e ocorreu-me que talvez pudesse publicar aqui qualquer coisita sobre as nossas férias, já que devo ser a "blogger" menos assídua e dedicada cá do sítio. Fá-lo-ei certamente, mas não é agora. Ups! Lá estou eu! Este post seria exatamente sobre as férias, mas tenho uma mente errática, uma cabeça com esta mania de encadear pensamentos uns nos outros e, quando me apercebo, já estou noutra dimensão qualquer. Agora divagou para a própria tarefa que me propunha fazer, o ato de escrever o tal post. Enfim, não é fácil ser eu!... 

 

Hoje então, duas notas sobre esta "arte" de blogar (é assim que se diz?). Pode ser que haja por aí alguma alma com insónias logo à noite, que passe por aqui e tenha o problema resolvido. Estamos cá para ajudar!  Se não for a transmitir pensamentos e reflexões motivadores e inspiracionais, pelo menos que consiga inspirar o sono de alguém.  É este, então, o meu contributo de hoje. 

 

Qual é o meu lugar na blogosfera? Como é que eu blogo? Assumidamente, sou verde e amadoríssima nisto dos blogs. E muito honestamente, não pretendo mudar. Possivelmente nem conseguiria, a não ser que largasse o meu emprego e me dedicasse a 100% à arte. Sim, porque é uma arte e eu, manifestamente, não a domino! E também não tenho pretensões, lá está! Como preciso de acabar de criar dois filhos, está obviamente fora de questão iludir-me com este mundo. Além disso, considero que quando se fica obcecado em ser popular neste espaço virtual e fazer disto negócio, salta à vista (pelo menos às mais perspicazes como a minha, modéstia à parte) que os autores sentem a necessidade de fabricar conteúdo e eu não consigo deixar de sentir artificialidade nessas publicações. Torna-se tão evidente para mim que as vidas dessas pessoas soam a falso, a guião de um qualquer filme de qualidade duvidosa. Não há nada mais bonito do que a autenticidade... nos blogs e na vida, diz esta vossa amiga. 

 

Enfim, já percebi que "blogger" que se preze tem que relatar as suas férias em destinos paradisíacos e/ou destinos só acessíveis a bolsos mais recheados, mas que normalmente até terão sido oferecidos por uma qualquer marca, em troca de publicidade. OK! Depois é documentá-las (as férias) com umas fotos irreprensíveis, imaculadas e apelativas. Em alguns casos, tal é a qualidade das fotos e da produção (chega a parecer tratar-se de uma produção fotográfica de moda!) que até me dá a impressão que essas famílias prescindem dos momentos a ser vividos exclusivamente em família e levam atrelados para as suas férias um fotógrafo profissional para captar imagens e momentos. Pretendem ser captações de momentos de espontaneidade na fruição do tempo de descanso em família, mas que a mim, lamento, soam-me a cenas montadas e artificiais, a obrigações, a cumprimento de horários seja para captar aquela luminosidade certa ou para conseguir fotografar sem uma imensidão de gente à volta na praia.  E eu gosto tanto de férias sem horários e obrigações!...

 

Chega por hoje. Quanto às minhas/nossas férias? Euzinha, senhora do meu amadorismo, brevemente publicarei qualquer coisa neste cantinho. Um dia destes, sem pressas... Férias normais, de uma família portuguesa típica como tantas outras, que carrega cadeiras, toalhas, guarda-sóis e farnel para a praia. Basicamente, só faltará o garrafão de vinho! 

 

Beijos,

Maria M.

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DIREITOS DE AUTOR (Decreto-Lei n.º 63/85 com as posteriores alterações)

Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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