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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

Amar pelos dois.

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Juro que nunca pensei viver para ver uma vitória de Portugal no Festival Eurovisão da Canção...

Já tivemos canções tão bonitas mas as azeiteiras é que ganharam sempre. A "Desfolhada" da Simone, "Silêncio" da Guinot, a "Tourada" de Fernando Tordo, entre outras, tinham tanta qualidade! Pois é! Esta vitória do Salvador é como a vitória de todos esses compositores e cantores portugueses e, mais importante, cantores em português. Estou muito orgulhosa! 

 

A criação de Fátima?

Querem saber uma curiosidade sobre Fátima?

 

O M., que é muito interessado por estas questões da explicação da História (e das estórias que a povoam), está a ler um livro que, segundo ele, vale a pena ler porque com ele se entende melhor o fenómeno do culto mariano que, afinal, não foi exclusivo de Fátima, e que percorreu uma época e um determinado contexto históricos. O livro é este:

 

 

Sabiam que, de acordo com a pesquisa do autor do livro, existem relatos um pouco por todo o país e fora dele (veja-se o caso de Lourdes, em França), inclusive em datas anteriores e também próximas a 13 de maio de 1917, de avistamentos da Nossa Senhora por crianças pobres, em cenários ermos, parecidos com o que envolveu os três pastorinhos de Fátima? Houve até um em data coincidente, uns séculos antes - 13 de maio de 1757, na região de entre Douro e Minho. E mais próximo do fenómeno em Fátima (entre 1914 e 1917), houve também fenómenos parecidos em Estarreja, Ponte da Barca, Póvoa de Santarém, Póvoa de Varzim, Constância, etc. O que aconteceu foi que todas estas tentativas narrativas não pegaram e caíram no esquecimento. Só Fátima vingou. Curioso, não é?

 

O livro faz a contextualização histórica destes fenómenos, o que nos deixa a pensar sobre as razões para a emergência dos mesmos e o peso decisivo da ação humana (por parte de setores clericais afetos à Igreja Católica) em contrapartida ao argumento sustentado até aos dias de hoje pela fé do Homem. 

 

O livro trata de forma séria e factual este assunto, mas mesmo assim haverá quem negue extrair algumas conclusões que me parecem óbvias pelos factos que nos são apresentados. Mas não eu! Eu sou mais racional do que orientada por espiritualidade e misticismo, confesso. Por isso, não tenho qualquer preconceito em questionar as crenças dominantes... 

 

 

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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