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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

Ranking e comportamento aditivo na blogosfera!

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Estou "nisto" (blog) com uma atitude muito mais saudável hoje em dia. Não estabeleço objetivos, venho cá quando quero, sem criar expectativas de aceitação por parte de potenciais leitores. Gosto das pessoas com quem interajo, os meus seguidores, e gosto de sentir que gostam de mim e do que escrevo, mas hoje (pardon my french) estou-me positivamente cag@ndo para o número de visualizações e visitas ao blog. Aliás, acho que este blog caminha no sentido de ser cada vez mais isento de filtros e preocupações com a imagem. Há facetas minhas que não dei a conhecer e que merecem sair cá para fora. A vida é curta demais para sermos sempre politicamente corretos. 

 

Bem, mas vamos ao que me traz cá hoje! (embora este preâmbulo faça todo o sentido; já se sabe que tudo tem uma razão de ser cá com esta amiga!)

 

A plataforma Blogs Portugal está a oferecer aos bloggers 3 meses de conta Premium GRÁTIS até 31 de dezembro! Para isso, basta fazer um post no blogue a falar sobre a nossa experiência na utilização do Blogs Portugal e colocar no post um link para a nossa plataforma. Caso não tenham ainda percebido, é o que estou a fazer, que eu não posso ver uma boa pechincha que corro logo atrás.

 

Sobre a plataforma, o que posso dizer é que, de acordo com a minha experiência, é uma boa "ferramenta" para percebermos o grau de aceitação do nosso blog,... se isso nos importar muito. E a mim já me importou! Até cheguei a fazer registos diários da evolução do blog no ranking, riam-se lá! (Estão agora a ver a ligação?)

 

Essa é uma (só uma) das razões  porque eu desliguei um bocado deste mundo durante uns tempos. Estava a começar a ficar demasiadamente dependente dos resultados que tinha em termos de visualizações, comentários, etc. Que raio! Estando eu muito bem resolvida em termos de ocupação profissional e até em termos pessoais (autoestima não me falta) e sabendo que não sou nem quero ser blogger profissional, porque é que aquilo me haveria de importar? Pois agora já não me importa! Voltei pacificada com essas questões. E assim é que estou cá bem. 

 

 

Com que então, Sapos do Ano 2017?

 

Estou um bocadinho a leste desta iniciativa, mas achei graça. Infelizmente, como estive ausente e sou pouco assídua à caixa de correio aqui do blog, só por acaso é que agora lá fui e descobri que fui nomeada para esta votação. Como é óbvio, não fiquei entre os "finalistas", que pelos vistos já foram escolhidos. Bem feito! É para aprenderes! Se fosses com maior regularidade ver os e-mails, tinhas sabido a tempo de fazeres propaganda eleitoral apelando ao sentido de voto. Prometias mais "condimento" nos posts sobre sexo e pimbas! Estava no papo! 

 

De qualquer forma, agradeço à (que deve ter sido uma) alma solitária que se lembrou de mim e me nomeou (já agora, quem foi?), tendo eu estado ausente e tal. Pelos vistos, longe da vista nem sempre é longe do coração. Eu, infelizmente, não nomeei ninguém porque de facto não tive conhecimento a tempo. Fica para o ano, se regressarem a esta ideia. De qualquer forma, quero dar os parabéns aos mentores e a todos os nomeados. 

 

Agora a sério, cá para nós que ninguém nos ouve, se eu fui nomeada é porque os organizadores deste "prémio" nomearam os "pequeninos" todos, né?  

 

 

Mandamentos da blogosfera #1

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Olá, olá!!! Como estão todos? Espero que esteja tudo bem com vocês. Eu cá vou andando, mais cheia de trabalho do que nunca, mas de boa saúde.

 

Voltei para uma pequena incursão, basicamente para vos lembrar desta amiga desaparecida. Percebi que não tenho condições para ser assídua como gostaria, mas talvez consiga vir cá de vez em quando dar um ar de minha graça. 

 

E o que é que trago hoje? Bem, para quem ainda há pouco tempo se dizia uma naba nestas andanças, e a acrescentar a isso, esteve meses sem cá pôr os pés, trago a minha perspetiva sobre como blogar. Vejam bem isto! Presunção e água benta... 

 

Seguem-se alguns mandamentos que me ocorreram assim de repente. Esta poderá eventualmente ser uma paródia em vários atos, porque haverá certamente mais. Aliás, aceitam-se sugestões. Com a vossa ajuda talvez consigamos encontrar mais cinco para atingir o número místico. 

 

Faxavor de ler como se fossem o Salazar a discursar com aquela vozinha pausada, esganiçada e paternalista, que só o Cavaco, uns bons anos mais tarde, mas de forma só aproximada e algo torpe, conseguiu imitar.

 

Cá vai!

 

1 - Não fareis incursões por assuntos dos quais não vedes boi, para não fazerdes figura de urso. Se fordes teimoso e mesmo assim quiserdes fazê-lo, estudareis os assuntos, nem que seja com recurso à wikipédia. Lembrai-vos que não podereis argumentar se não souberdes do que estais a falar. Mas precavei-vos: não copiareis de lado nenhum, senão ainda vos meteis numa carga de trabalhos.

 

2 - Não tecereis opinião sobre assuntos como política, religião, sexo (de forma demasiado explícita) ou outros temas fraturantes, ainda que tenhais a vossa opinião bem alicerçada, porque haverá sempre algum beato, algum púdico ou algum intolerante que não aceitará bem a ideia de pluralismo democrático e, à falta de argumentos, dará coices. (este mandamento saiu-me do couro...)

 

3 - Em nehuma circunstância mostrareis demasiado de vós próprios, muito menos facultareis a vossa identidade. Lembrai-vos que poderão haver por aí doidos varridos ainda piores que vós, que descobrirão que além de inteligente ainda és linda e nunca mais vos deixarão em paz.

 

4 - Fareis um esforço no sentido do domínio correto da língua de Camões e de uma vez por todas não sereis displicentes a escrever, por exemplo (forma errada a vermelho e riscada, para não restarem dúvidas; certa a verde): "À  dois anos eu fui à missa", "está um tempo solarengo soalheiro", "ainda se vêm  vêem alguns homens machistas", "não tem a haver a ver com o assunto", entre outros exemplos, para não falar da falta de acentuação e pontuação.

 

5 - Engraxareis Afagareis a pele rugosa das patas do anfíbio a espaços temporais regulares e assim obtereis o seu reconhecimento, conseguindo que os vossos escritos sejam plasmados em local de destaque nas suas páginas dia sim dia não.

 

 

(Informo que talvez publique esta pérola vários dias, até vos vencer pelo cansaço e obrigar cada um de vós, meus seguidores, a lê-la. )

 

Não é um "adeus"!

É só um "até já"... pelo menos por agora é nisto em que acredito. 

 

Circula por aí um pensamento, daqueles profundos a puxar para o meloso, que os verdadeiros amigos aceitam as ausências uns dos outros. Mesmo sem contacto durante um período prolongado de tempo, amigos serão sempre amigos. Suponho que seja verdade. 

 

Criei uma grande empatia com muitos de vós e acho que é um sentimento recíproco. À nossa maneira, à maneira virtual, somos amigos. E como amigos que somos, espero que aceitem o meu silêncio. Está tudo bem comigo e a ausência, infelizmente, não tem a ver com férias. Essas ainda não começaram. Falta pouco...

 

Quando eu fazia um esforço para aqui "picar o ponto" e me queixava da falta de disponibilidade e tempo, não era da boca para fora. Agora aceitei que não consigo mesmo. Teve que ser. Como não disponho das condições ideais para estar presente na blogosfera cumprindo aquilo que considero os mínimos  (que envolveria publicar e seguir os outros blogs com maior assiduidade), tenho vindo a desmotivar.  Não são vocês. Sou eu.  Não são vocês, sou eu???    

 

Bem, um dia destes a malta vê-se. Não é um "adeus"!

 

 

Vamos lá ver se nos entendemos!

 

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Desde que comecei a dedicar quase diariamente uma fatia do meu tempo ao blog, que uma preocupação me persegue. Chegou o dia em que tenho que a partilhar. Mas vamos por partes.

 

Em primeiro lugar, dizer que quem está nesta vida (agora soou-me a qualquer coisa pouco apropriada... ), concordará comigo nesta apreciação que faço. Falo por mim. Quando tenho tempo (O que de momento não está a acontecer. Notem que este texto já aqui anda em rascunho há meses!), eu gasto mais tempo ligada ao Sapo a interagir nos blogs dos vizinhos do que a produzir conteúdo para o meu próprio blog. Gosto de fazer o périplo pelas publicações do dia e isso leva tempo. Ultimamente tenho falhado nisso. Vou lendo mas não consigo comentar como fazia, nem sequer às vezes responder aos vossos comentários às minhas publicações. Há por aqui muita coisa digna de ser lida. Por um lado gosto mesmo por interesse genuíno e por outro lado acho que devo, até por respeito a quem também lê as minhas cenas.

 

É mais à noite que me sento em frente ao pc dedicada a isto, normalmente enquanto vou deitando um olho ao jantar (Sim, já aconteceu de o deixar queimar!). Durante o dia o máximo que normalmente consigo é espreitar de vez em quando o telemóvel (quando as tarefas do dia o permitem) e responder a comentários aos meus posts e hoje em dia nem isso. Por vezes, à hora de almoço também arranjo uns minutos para cá vir (porque almoço em dez minutos a comidinha da marmita que levo de casa todo o santo dia).

 

Retomando a ideia: do pouco tempo que tenho para andar por aqui, quando a vida corre de feição (Não é o caso ultimamente!), grande percentagem é usada na interação com os vizinhos.

 

Notaram certamente que eu utilizo muitas vezes o termo "vizinhos" referindo-me aos restantes bloguistas cá do Sapo. Pois, mas lamento dizer que não se trata de tentar utilizar uma metáfora bonita em que a blogosfera seria a rua lá do nosso bairro e os bloguistas os nossos vizinhos como se cada blog representasse uma casa e os proprietários fossem os bloguistas. Nesta metáfora talvez os posts pudessem ser bolinhos quentes, acabados de sair do forno que se fazem para oferecer aos bons vizinhos que apreciam a nossa qualidade de pasteleiros. Mas não, não é nesta metáfora que penso quando me dirijo a vocês por vizinhos. Penso que nem sequer será original! Quem é que não se lembrou já disto?

 

E aqui reside o busilis da questão. Escolhi tratar-vos preferencialmente por vizinhos porque honestamente não sei como tratar-vos. Refiro-me obviamente àqueles contextos em que não se adequa nomear cada um de vós em particular. 

 

Pensei em várias alternativas, mas nenhuma me parece adequada. Senão vejamos (reparem no pormenor da menção aos dois géneros, não vá a Catarina Martins ler isto!):

 

Bloguista(o)  

Demasiado frio e distante, como se estivesse a falar  de alguém que se define unicamente pela participação nesta comunidade e eu vejo-vos para além disso. Idealizo-vos as feições, os trejeitos, imagino as vossas vidas através dos vossos relatos, passaram a fazer parte da minha própria vida, a bem dizer são meus. E eu não posso dizer que tenho bloguistas, não é? (Agora estão com meeedo, muuuiiito meeeeedo desta maluca! Muuuaaaahhhhh!!!!)

 

Companheiro(a) e camarada(o):

Demasiada conotação partidária, um mais à direita outro mais à esquerda, mas são efetivamente termos partidários. Além disso, companheiro é também já usado para falar daquela pessoa que mora connosco em união de facto. Qualquer uma das utilizações situa-se, portanto, longe da relação que temos por aqui. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra!

 

Colega(o):

Esta nem se fala. O M. diz que na tropa era recorrente dizer-se que colegas são as pê-u-tê-ás, como diziam os meus filhos em pequenos para fugir ao palavrão. Desde o dia em que fui confrontada com esta informação, nunca mais consegui olhar para a palavra "colega" sem me lembrar das coitadas das mulheres que ganham a vida vendendo bocados de si. Não é assim que vos materializo na minha mente, descansem.

 

Parceiro(a):

Remete demasiado para os tempos da escola. Lembra-me a A, aquela parceira de carteira de má memória que com o tempo se revelou uma autêntica ... "colega" no sentido atribuído nos quartéis da tropa por este país fora, se é que me faço entender...

 

Tipo Bro(a) / Mano(a), tás a ver?:

Esqueçamos lá isso, que já não tenho idade para me aventurar nessa gíria própria da juventude.

 

Amigo(a):

Esta sim! Por várias vezes senti o apelo de utilizar este termo e julgo até já ter utilizado, mas muito a medo. Tenho receio que não seja bem aceite desse lado, que seja considerado um abuso de confiança. Afinal, amigo é especial. Amigos temos poucos. Amigo não é para qualquer um. Podemos ser amigos?

 

(Imagem: https://www.mensagenscomamor.com/) 

 

 

Termos de Pesquisa (últimos 30 dias)

 

 

No último mês vieram cá ter leitores à procura disto:

 

  1. puto filma oculto mae mastorbacao - 8
  2. so oral - 2

 

Não sei o que é mais desagradável nesta estatística que o Sapo me revela:

 

  • se o teor do que procuraram (se bem entendo, houve até alguém que queria ver um filme gravado por um filho com imagens de uma mãe a masturbar-se - será isto??? E eu é que sou depravada?!);

 

  • se o domínio do português dos(as) depravados(as), que nem é bom nem mau... é uma merda!

 

Ó Google, obrigadinha pela consideração! Fica sabendo que, a não ser que esteja com princípio de alzheimer, posso quase jurar que nunca abordei o tema masturbação... ainda. Com "u", pá! Quanto ao "oral", admito que gosto (quem não gosta?), mas daí a ser "só oral" vai uma grande diferença. É preciso variar, home d'um raio!

 

Ó Sapo, obrigadinha pela informação que tanto diz de quem me procura como de mim própria! Sempre me obrigas a repensar a minha participação neste universo dos blogs. Hummmm... Acho que vou largar isto e dedicar-me antes à pesca nas horas vagas. E entretanto vou só ali cortar os pulsos... E foi nesse momento que ela soltou uma grande gargalhada. É exímia a dar gargalhadas, so they say. Inconfundíveis, as dela!

 

 

 

Segurem-me!... Ou será... ajudem-me?!...

 

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Segurem-me, que eu ando com uma vontade incontrolável de dizer umas verdades, colocar tudo em pratos limpos, pôr uns pontos nos "is", até armar um barraco ou rodar a baiana, se for preciso.

 

Mais um dia pela frente para lidar com uma "paz podre" que está instalada lá no estaminé. "Tens que ser forte! Não te deixes ir abaixo". Pois... Sou forte há demasiado tempo. E por isso é que ninguém à minha volta me vê como eu sou, com todas as minhas fragilidades, para lá da capa de força que ostento. Às vezes sinto que não tenho verdadeiros amigos. As pessoas apenas têm interesses, querem aquilo que eu lhes posso dar. E a algumas dou muito! Até lugares ao sol, vejam lá! Mas pelo menos respeitassem-me por isso e fossem leais. Acho que não seria pedir muito...

 

Definitivamente, vou ter que esclarecer alguns pontos, limar algumas arestas, mexer com a ordem instalada. Vou ter que reunir as pessoas, ser frontal e definir regras e procedimentos, mantendo a calma e a cabeça fria para fazer tudo de forma civilizada, com o mínimo de prejuízo para a paz social. Depois de uma discussão que aconteceu ontem (a pessoa ficou totalmente alterada só porque eu, que sou quem dirige o estaminé - vejam bem a audácia e desfaçatez da minha pessoa!, pedi educadamente - juro que foi educadamente - que não voltasse a decidir sobre assuntos importantes com outra pessoa como se eu não estivesse lá, quando eu estou lá), não há mesmo forma de dar a volta sem uma "dispensa" na minha equipa. Ou ela ou eu. Aliás, a pessoa se tivesse vergonha, depois do que me disse a mim que a escolhi para minha colaboradora, pediria para sair das funções que está a desempenhar. Pelo que afirmou, penso que não está satisfeita. E se não está bem, só tem que mudar-se. É claro que a pessoa acha que tem toda a razão do mundo e que não me deve um agradecimento sequer. São assim as pessoas... É assim a vida... 

 

Tenho que acabar com algumas rotinas instaladas e alguns vícios. Tenho que registar tudo o que pretendo mudar, que a minha cabeça já teve dias melhores. Tenho que começar a tirar notas do que me vou lembrando. Este fim-de-semana tem que servir para pôr a cabeça em ordem no que diz respeito a estas questões. É vital definir a linha de atuação daqui para a frente, até por uma questão da minha saúde mental. Já vi que ali não há amizades. Trabalho é trabalho e até sou eu que tenho a faca e o queijo na mão, por isso... temos pena! 

 

Não sei se já perceberam, mas vocês, seguidores, são muitas vezes os meus confidentes mais próximos. Fez-me bem, este desabafo. Obrigada a quem ler e conseguir sentir alguma empatia comigo neste assunto. Contei ao M e ele apoia-me, mas também anda assoberbado demais, tal como eu ou pior. Mal temos tempo para trocar meia dúzia de palavras. Podem crer que é mesmo assim cá em casa. Há fases em que o trabalho rouba demasiado espaço à vida familiar. Os nossos filhos, agora de férias escolares, andam mais ou menos em auto-gestão. Ao "deus-dará", basicamente. Felizmente acho que posso confiar neles. Acho... 

 

E é isto... Ando a fixar-me demasiado no EU, EU, EU!... Isto ainda descamba numa depressão, se é que não caminha já para lá... Ou talvez sejam carências... Ou é o facto de eu ser muito observadora e aperceber-me de todas as facadinhas que me vão dando. Gostava de ser mais "panhonha". Mas não sou e agora enchi! Preciso de férias... Mas ainda falta tanto... 

 

 

Em jeito de balanço...

 

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Eu sei que tenho andado um bocado desaparecida. Para além do post diário a que me obrigo, não me põem a vista em cima. Tenho tido a vida a mil, acreditem. O meu trabalho é mesmo assim. Há alturas em que não consigo mesmo conciliar. À noite, que é quando habitualmente escrevo qualquer baboseira com a qual vos presenteio no dia seguinte (grande amiga esta!) , tenho tido só tempo disso (para que não se esqueçam de mim) e de deitar para dormir. Estou estafada! E, convenhamos, o calor que se tem feito sentir também me tem deixado um bocado prostrada. No domingo ainda tive um tempito livre mas, com as notícias do incêndio de Pedrógão Grande, não consegui escrever nada de jeito e fiquei sem vontade de interagir com quem quer que fosse. Fiquei triste, deprimida e passei o dia com a lágrima fácil. 

 

Do trabalho e das ralações que tenho tido não vou falar. Mas enfim, pelo menos hoje dou-vos conta de algumas conquistas dos últimos dias. Anotem aí!

 

  • Em termos profissionais, estou de parabéns, depois de um processo trabalhoso. Foi renovada a confiança no meu trabalho, apesar de algumas jogadas sujas que pretenderam me prejudicar mas sairam furadas. Moral da estória: não é muito fácil fazer-me mal. Sou valiosa demais para que essas pessoas consigam fazer o seu caminho. Bem, e quer isso dizer que me vou manter na liderança da gestão do estaminé nos próximos anos. Espero é ter saúde e energia para cumprir com brio as minhas funções. 

 

  • Em termos familiares, apesar de ter sido um ano difícil como mãe (não tive a disponibilidade desejável para acompanhar os meus filhos no estudo e a resistência em estudar, principalmente dele, foi uma constante), os meus rebentos terminaram com bastante sucesso o ano letivo. Bem, ela é novamente Quadro de Excelência no 10º ano e ele ainda vai fazer os exames de 9º ano, mas penso que não haverá surpresas. Ah, e foi deputado nacional em representação do distrito no Parlamento dos Jovens e, pára tudo!, foi eleito Mister no Baile de Finalistas. É liiiiiiiiindo, o meu rapaz! 

 

E pronto, hoje é este o post possível. Sobre os aspetos tristes da minha existência não escrevo hoje. Outro dia. Hoje não.

 

 

 

A Mocha engraçadinha!

 

Quando estou quase, mas mesmo quase, completamente convencida que o Sapo nem sequer lê as minhas cenas, e quando menos espero, lá tenho direito a um destaque. Ainda bem que destaques não é a mesma coisa que sexo, senão andaria por aí a trepar pelas paredes... 

 

É agradável! Agradeço a lembrança e asseguro a todos os interessados que não me pus a jeito, não engraxei nem subornei o batráquio com promessas de mostrar as maminhas, nem dei pontapés na gramática para merecer tamanha honra.   

 

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Ainda sobre os "Termos de Pesquisa"...

 

 

 

 

 

... e desta vez com bolinha vermelha ali no canto superior direito, ó! 

 

Tinha outro texto para publicar hoje, mas valores mais altos se levantaram. Tenho mesmo que partilhar isto. Desculpem a insistência no assunto "Termos de pesquisa", mas não resisto. 

 

Achava eu que "Dourada ao sal" era estranho, né? Pois! Esqueçam lá isso, que eu ainda não tinha visto nada. Desta vez é que arrasou! Atentem nisto que alguém procurou aqui ontem (mandado pelo sr. Google, que anda certamente com os circuitos todos marados, que é muita informação e tal...):

 

  1. fodas na terceira idade - 1

 

Sim, juro! Aqui, neste espaço que é praticamente um convento! 

 

AHAHAHAHAHAHAHAH!!!!

 

E depois pensei: "Alto lá! Que eu possa por aqui falar de fodas, vá que não vá! Agora de terceira idade ainda não me identifico mesmo nada!" Para ser mais clara, sr. Google que manda para aqui pessoas que pesquisam coisas que não têm nada a ver comigo: vá mas é chamar velha à sua tia, tá?

 

Agora a sério. Lamento, caro visitante, mas não sei mesmo nada sobre fodas na terceira idade. Mas espero vir a saber! Entretanto, desculpe lá qualquer coisinha... 

 

AHAHAHAHAHAHAH!!!

 

 

A que propósito procurar aqui "Dourada ao sal"?

Há coisas que me ultrapassam! Não é que interesse nem ao menino Jesus, mas uma delas é alguns termos de pesquisa utilizados por visitantes ao blog, que me aparecem ali nas Estatísticas de vez em quando. "Dourada ao sal"? A sério? Mas eu podia jurar que nunca utilizei aqui essa expressão! Eu nunca sequer cozinhei assim a dourada! Porque é que o Google envia para aqui pessoas à procura de "Dourada ao sal"?

 

Só por causa das coisas, para que mais ninguém tenha as expetativas goradas ao vir cá à procura de "dourada ao sal", deixo hoje pelo menos uma imagem (que, por acaso, encontrei aqui no Sapo).

 

Pois é! À conta disto, sou eu que corro atrás do prejuízo... E ainda serviu para me lembrar que andamos a comer pouco peixe cá em casa... Hoje ao jantar tenho que fazer um peixinho. 

 

E pronto. É isto!

 

Já agora, o que é que se passa hoje com as estatísticas, que estão a zeros??? 

 

 

 

Maria Mocha no mundo... e o céu é o limite!

 

Pois é, gente. Estou nos quatro cantos do mundo! Três continentes já cá cantam! 

 

Just kidding! 

 

O que é facto é que as novas informações das estatísticas do Sapo dizem-me que só falta ser lida nos polos, na Oceania e na Ásia. Essa é que é essa! 

 

Aproveito essa informação que o Sapo entendeu dar-nos (para mim, surpreendente) para agradecer o facto de continuar a ter visitas apesar de a atividade aqui deste cantinho do charco estar nas ruas da amargura nos últimos tempos. É verdade! Há uns dias que não deixo cá nada e mesmo assim há quem venha cá (não só de Portugal mas também do Brasil, Estados Unidos, Moçambique, entre outros) com a expetativa de encontrar novidades. Nem fazia ideia que era lida por esse mundo fora. Internacionalizei-me e nem sabia... LOL! Isso deixa-me muito lisonjeada. A sério!  E também sinto que tenho a obrigação de não desiludir a quem me dedica alguma atenção. Que responsabilidade! 

 

Achei extraordinário, a sério! Para mim, seria natural que houvesse uma debandada geral de leitores por eu estar pouco presente ultimamente. Mas não! Apenas perdi recentemente um subscritor que nem faço ideia de quem seja, nem me interessa saber. Não o/a recrimino e agradeço por se ter aguentado por cá o tempo que aguentou. Hoje em dia, eu não me recomendaria, de facto. Por isso, um abraço sincero (mesmo não lendo isto... ). 

 

Enfim, obrigada também ao Sapo pelas novidades. Acho que mais informação pode conduzir a mais motivação para produzir conteúdos. E, não sei como andam por aí, mas eu estou a precisar muito de motivação, como sabem. 

 

De facto, não sou mesmo blogger...

Este fim-de-semana, finalmente, vou descansar da vida atribulada dos últimos tempos. Estou na minha casinha no norte, pessoal! Tão bom! Estava tão ansiosa por isto... e tão necessitada de mudar de ares e deixar para trás as ralações do dia-a-dia. 

 

Vou, no essencial, tentar pôr a minha cabeça em ordem. E não só. Queria também pôr algumas leituras em dia, nomeadamente aqui na comunidade. Há tantos blogs que gosto de visitar e que, por falta de disponibilidade, ultimamente tenho visitado de forma intermitente. Eu sei que estou em falta. Gostaria de deixar o compromisso de este fim-de-semana aparecer por aí pelas casas da vizinhança... Mas sinto que me estou a afastar deste mundo. Talvez seja só necessidade de usufruir bem da minha terra. O fim-de-semana passa a correr... Na realidade, não sei. Apetece-me só contemplar as paisagens e ouvir os sons da natureza: as rãs aqui ao lado, os grilos, os passarinhos, a água da nascente a descer o monte,...

 

Não prometo, mas vou tentar aparecer por cá. Preciso de natureza e ar livre, sabem? Ainda por cima, tenho tanto trabalho de jardinagem para fazer no meu jardim e quintal... Bué de trabalho! E eu gosto tanto! De facto, nos tempos livres estou mais para jardineira do que blogger...

 

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Não dar a cara é cobardia?

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Demasiadas vezes me questiono se não deveria assumir aqui a minha identidade. Mas rapidamente penso: Para quê? O que é que isso interessa? Desta forma continuo a ser eu, se calhar muito mais eu. 

 

Na verdade, acho que sou mais genuína assim anónima. Na "vida real" fingimos demasiadas vezes e se me conhecessem a identidade, eu teria que fingir também aqui, usar a tal máscara de que nos falava Luigi Pirandello e cuja referência eu fiz aqui. Passaria a ser apenas uma sombra de mim. Certamente seria mais comedida e talvez escrevesse só sobre as tendências de moda da estação, ou partilharia receitas de culinária, ou outros assuntos desse tipo.

 

Como é que hei de pôr isto? Esta personagem funciona como um alter-ego de mim própria, liberta-me as amarras que arrasto durante os meus dias todos iguais de mulher que precisa manter uma imagem de seriedade.

 

Dou-vos um exemplo. No meio em que me insiro, e por força da minha atividade profissional e também da do M, sobretudo a do M, não seria nada conveniente que soubessem que falo de sexo à segunda-feira, ainda que de forma bastante soft. Tenho até um colega púdico que ficaria escandalizado! Percebem o dilema?

 

A palavra escrita tem muita força. As fotos de nós e das nossas vidas também. Na internet ainda mais. Podemos apagar mas, uma vez algo publicado, perdemos o controle sobre isso.

 

Chamem-me cobarde. Talvez seja o que sou, bem analisadas as coisas. 

 

 

Desmotivação

 

 

Continuo sem disponibilidade e, confesso, muito por via disso, cada vez mais desmotivada para participar desta comunidade. Não consegui sequer fazer a rubrica habitual da segunda-feira. Também não se perdeu grande coisa!  Nesse âmbito, presentemente falta-me inspiração em toda a linha, tal é o meu cansaço, se é que me faço entender... 

 

Tenho a impressão que a minha presença aqui está por um fio. Tenho pena pelas pessoas fantásticas que quase conheci. Quase, na medida em que aqui ninguém se conhece verdadeiramente. Tenho sido obrigada a investir mais na minha vida real porque verifiquei que tanto em termos familiares como profissionais essa necessidade manifesta-se cada vez mais incontornável. Não estava a conseguir conciliar tudo, vindo cá com aquela frequência que pratiquei nos últimos meses. Acho mesmo impossível que a família e o emprego não se ressintam com uma atividade tão assídua como a que eu tinha. E não é tanto o escrever. Isso faço em poucos minutos. É mais o acompanhar a comunidade, o comentar e responder aos comentários. Não consigo mesmo, lamento. Só se fizesse vida disto. Mas atenção! Tenho lido algumas coisas da comunidade, o que tenho podido. 

 

Vamos ver como este sentimento vai evoluindo... Abracinhos a todos! 

 

 

 

 

Pensando em voz alta...

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Haverá um tempo médio de atividade de uma espécie de blogger que desbobina práqui cenas mas que nunca aspirou fazer disto vida?

 

Leio referências ao cansaço incontornável que inevitavelmente se sente ao fim de algum tempo e volta e meia alguém que estamos habituados a ver por aqui desaparece sem deixar rasto. Também há os que se despedem, mas outros simplesmente evaporam-se. Alguns com pena minha. Alguns voltam. E saem novamente. Há algo de cíclico nisto...

 

Palavras de ordem: cansaço e incapacidade para conciliar as várias vertentes da vida, blogues incluídos (tanto a produção no meu como as devidas e justas visitas aos da comunidade). 

 

Posto isto, o que fazer e sentir quando nos parece que pode estar a chegar a nossa vez? É-se transparente, escreve-se brevemente sobre isso e adia-se o emergente esperando  que amanhã se veja o mundo com outros olhos. Afinal, tudo na vida é uma questão de perspetiva...

 

 

Obrigada!

Tenho andado com os minutos contados. Já devem ter percebido que ando mais ausente. Não consigo encontrar tempo para tudo aquilo que gostaria de fazer por aqui. Para além da vida familiar e doméstica e do trabalho, agora ainda me meti numa formação importante para o meu desempenho laboral que, para além das sessões presenciais, me tem roubado muito tempo em tarefas online. Ainda vai durar mais uns dias. No que eu me fui meter! 

 

Mas não venho aqui queixar-me da vida. Venho agradecer a vossa presença, apesar de eu não conseguir interagir tanto e não ter grande coisa para vos oferecer, já que este blog tem sobrevivido de posts escritos em cima do joelho e agendados. Acho que, apesar de virtuais e dentro das contingências normais, encontrei aqui verdadeiros amigos, daqueles que não viram costas à primeira "contrariedade".

 

Para além de tudo o resto, ontem foi ainda dia de ir ao ginecologista/senologista mostrar os exames de que vos falei aqui e aqui. Encontrei por lá pessoas que me acompanharam no processo oncológico e pelas quais tenho um carinho desmedido. Como sempre faço, abracei e beijei aquela que para mim foi enfermeira-cuidadora-amiga-psicóloga-conselheira-mãe. Existem autênticos anjos nos hospitais. Esta era um deles, com a sua presença e apoio que ia para além da sua função, numa fase tão difícil para mim e para todas as outras companheiras de luta. Fiquei a saber que também ela teve um carcinoma da mama no verão passado. Nunca compreenderei o sentido de justiça divina. Os anjos não deveriam passar por isso... 

 

Gostava de dar um abraço caloroso dos meus a cada um de vocês (porque é que as pessoas não se abraçam mais?). Já vos disse que gosto muito de abraços? E já vos disse que gosto muito de vocês? 

 

Obrigada! Tenham um fim-de-semana primaveril em todos os sentidos.

 

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(Imagem da net)

 

 

Emojis do sapo brincalhões

 

Conhecem certamente aquela sensação de desalento quando precisamos muito de uma coisa e não conseguimos encontrar. Um dia destes a Marta Elle falava nisso e como eu a compreendo! 

 

Acontece-me isso a toda a hora. E o mais enervante é que às vezes está debaixo do nariz e outras vezes encontro logo logo logo a seguir... a já não precisar. 

 

Podia dar inúmeros exemplos, mas vou dar um que me parece tão estranho, tão estranho, que penso que só acontece comigo. Envolve os emojis do Sapo, aqueles sapinhos verdinhos que servem para, de uma forma mais prática para a comunidade, transmitir emoções nos posts e comentários. Eu uso muito. Acho que dão muito jeito. O problema é que quando abro a janelinha, rara é a vez em que não tenha que passar os olhos pelos bonecos todos mais do que uma vez para encontrar o que pretendo rapidamente. E eles estão todos lá! Mas aquele que eu quero, chapéu! Escafedeu-se! E estão praticamente sempre no mesmo sítio. E eu olho, e olho e volto a olhar. E o que eu quero parece que está a jogar às escondidas comigo. É que é uma coisa mesmo recorrente em mim... 

 

O que é que acham que pode explicar isto, sem ofenderem a minha sanidade mental, faxavor? É que chego a entrar em paranóia e tenho que percorrer um a um, lentamente, todos os bonecos para encontrar aquele que quero. Isto não é normal! Não sei explicar isto, sinceramente. Parece um mecanismo qualquer do cérebro...

 

E hoje é isto, um não-assunto. Desculpem lá qualquer coisinha... Mas que me mói o juízo, mói!

 

 

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Será que coloco demasiado de mim?

 

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Hoje levanto aqui uma questão que ecoa na minha cabeça enquanto membro desta comunidade. Nas alturas em que penso em algo para abordar aqui no blog, invariavelmente equaciono se devo ou não devo fazê-lo. Tudo é sufragado pela minha consciência. É a velha questão da autocensura...

 

Não é que seja meu apanágio fazer textos de estilo demasiado lamechas emotivo e intimista, salvo raras exceções. No entanto, tudo o que transmito aqui pela escrita, ou mesmo nas entrelinhas (haja quem saiba ler o que não está escrito, e já aconteceu haver) vem do mais profundo do meu ser. Não finjo ser o que não sou. Não passo uma imagem diferente daquilo que sou. Vocês talvez me conheçam melhor do que algumas pessoas (apenas) fisicamente próximas. Só não me conhecem a cara. E isso talvez seja o menos importante, na realidade.

 

Mesmo assim, qual é a quantidade qb de nós próprios que podemos ou devemos imprimir aos nossos escritos para serem lidos por todos quantos tenham interesse neles? Nunca vos aconteceu pensar em algo para relatar mas recuar porque, ponderando bem o assunto, acham que é pessoal demais para partilhar com "desconhecidos"? Não me levem a mal mas, salvo raras exceções, e apesar da simpatia que possamos nutrir uns pelos outros, é o que acabamos por ser quase todos, uns dos outros - meros desconhecidos. Podemo-nos cruzar na rua, podemo-nos sentar ao lado no cinema, podemos até frequentar a mesma cabeleireira e não fazemos a mais pequena ideia da nossa "relação" na blogosfera. O que se chama a isso?

 

Até onde é razoável ir? Nós não somos uma ilha e tudo o que mostramos de nós aqui (e quem diz aqui, diz nas redes sociais em geral) arrasta necessariamente consigo outras pessoas que fazem parte das nossas vidas. Eu pergunto: é a atitude mais acertada colocarmos a nossa vida e a dos nossos nas mãos de quem não conhecemos? Partilhar momentos da vida, sentimentos, estados de alma, tudo o que temos de mais precioso? É que eu tenho uma confissão a fazer: cada vez que dou mais um bocado de mim, sinto algo que só consigo descrever como uma angústia inexplicável, como se perdesse mais uma pequenina parte de mim. Estranho, eu sei... 

 

Gostava, acima de tudo, de perceber se cada um de vocês sente o mesmo, se há algum tipo de empatia com o que estou a partilhar ou se se estão a marimbar para estas questões. Não se inibam de me chamar doida varrida dona de um discurso sem sentido. Ou então sejam brandos comigo. Pensem antes em mim como aquela a quem a mãe faleceu neste dia, há um ano, e logo tudo faz muito mais sentido. 

 

(Foto: própria, recordando a minha mãe)

 

 

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