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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

A Mocha engraçadinha!

 

Quando estou quase, mas mesmo quase, completamente convencida que o Sapo nem sequer lê as minhas cenas, e quando menos espero, lá tenho direito a um destaque. Ainda bem que destaques não é a mesma coisa que sexo, senão andaria por aí a trepar pelas paredes... 

 

É agradável! Agradeço a lembrança e asseguro a todos os interessados que não me pus a jeito, não engraxei nem subornei o batráquio com promessas de mostrar as maminhas, nem dei pontapés na gramática para merecer tamanha honra.   

 

Destaque 6 junho 2017.jpg

 

 

Sobre a saída dos EUA do Acordo de Paris

 

 

No final de maio, no México, choveu granizo do tamanho de bolas de ténis, como foi captado no vídeo abaixo. Aliás, fenómenos meteorológicos como esse e outros vão acontecendo um pouco por todo o mundo.

Mas a figura patética lá de cima continua a ignorar as mudanças climáticas do planeta, essa falácia, essa invenção da humanidade. Agora há uns dias até anunciou que os EUA vão abandonar o Acordo de Paris.

Mas sabem uma coisa? Acho isso positivo e até encorajador para a causa da defesa da sustentabilidade e sobrevivência do planeta Terra. Senão, vejamos. A sua posição sobre as alterações climáticas trouxe o assunto esquecido novamente para a ribalta, despertando assim consciências. Até empresas americanas líderes nos seus segmentos declararam estar descontentes com a opção do seu presidente e comprometeram-se a seguir o seu próprio caminho, inclusive empresas petrolíferas. E isso parece-me mais positivo do que acordos governamentais que são guardados numa gaveta. Vamos ser otimistas... 

 

 

(Imagem: https://media.giphy.com; Vídeo: autor identificado) 

 

 

Destaques e haters

 

A propósito do destaque na página inicial do Sapo que a equipa me deu este fim-de-semana a este singelo post do tratamento adequado a dar ao Trump, quero agradecer. Realmente, um destaque do Sapo dá uma muito maior notoriedade aqui aos pequeninos como eu. E a malta cá do fim da fila também merece, que dedica tempo a isto.  

 

Ainda por causa do dito destaque, trago hoje uma novidade: ganhei o meu primeiro (aquilo que ouço aqui chamar de) hater. Yay! Já me sinto mais integrada neste mundo!

 

A esse senhor fascisóide que, no comentário que não lhe vou dar o gosto de publicar (mas ele não vai estranhar porque adivinho pelas suas palavras que deve valorizar o pensamento único, portanto leva com isso aqui), diz achar que quem se indigna com as atrocidades que o Trump defende, é hipócrita e cínico, digo-lhe que me indigno com qualquer tipo de tortura SIM! Em qualquer parte do mundo, SIM! E também sou contra a pena de morte, SIM! E também me enoja a misoginia e a forma como são tratadas as mulheres à pedrada em alguns países, SIM! Quanto a si, encontre outros argumentos para legitimar o inqualificável, que não seja dizer que existe noutros lados. Não é por haver loucos no mundo que eu aceitarei que um venha defender essas mesmas loucuras como sendo manifestações de sanidade. 

 

 

 

Talvez seja sentimento de inferioridade...

Meus queridos e fieis seguidores, vocês que me fazem tantas visitas e dão sempre dois dedos de conversa comigo:

 

Tem vindo a crescer em mim a impressão cada vez mais convicta de que a vossa companhia e reconhecimento por este humilde espaço não são secundados pelo senhorio batráquio. 

 

Posso até ter um post que, segundo os meus parâmetros (e eu até sou exigente!), tem alguma (admito que pouca) complexidade e qualidade, que essa publicação é sempre preterida para o destaque de outra qualquer, nem que essa outra não tenha uma única palavra e use uma mesma imagem que eu uso, mas sem referência à fonte.  Parece alguma coisa contra mim, sinceramente. Será que o Sapo não gosta de me ter cá?

 

Sou só eu? Não sentem isto, de vez em quando? 

 

(Será que com esta publicação garanti a indiferença completa para comigo de agora em diante? Aguardemos pelas cenas dos próximos episódios. Esta minha mania de não saber ficar calada! 

 

 

Tive um DESTAQUE do Sapo Blogs! Uau!

DESTAQUE SAPO.jpg

 

 

Estou tão surpreendida e orgulhosa! A equipa do Sapo Blogs destacou o meu último post "Raisparta" os homens! Que orgulho! Um DESTAQUE do sapo!  Ainda por cima num texto que não é mais do que a descrição do início da minha história de amor e uma forma desajeitada de falar sobre a insensibilidade masculina no que diz respeito a demonstrações de amor. Não estava à espera desta! Nem sequer sabia que existiam destaques de posts dos blogs alojados no sapo. Daaa!!! Sou mesmo um bocadinho NOOB, como dizem os meus filhos. 

 

Bem o que é certo é que foi reconhecida alguma qualidade ao meu escrito. Já publiquei um comentário a agradecer à equipa e tudo! Levantaram-me a moral. ORIGADA! Só gostava era de ser mais assídua e empenhada cá no blog e conseguir produzir mais textos que dignifiquem este espaço virtual. Mas a realidade é que não tenho conseguido. Entretanto vou fazendo o que posso e ao mesmo tempo vou expulsando os meus "demónios". Afinal, era esse o objetivo primeiro.

 

Uma confissão, em jeito de aparte:

Ainda não consegui contar aqui em casa que tenho esta muito-mini-atividade paralela onde desbobino as minhas "cenas". Estive quase a fazê-lo na sequência deste inesperado destaque, mas mais uma vez recuei. É como se sentisse que a partir do momento em que alguém próximo souber e puder ler os meus textos, eles deixarão de cumprir o fim para que sempre estiveram propostos: serem um escape à dura batalha do dia-a-dia, o meu canto, um segredo só meu. É estúpido, eu sei! E por outro lado, há pensamentos e reflexões que gostaria que filhos e marido lessem... Não sei... Ainda não tive coragem, sei lá! Quem sabe brevemente o farei... 

 

Boa semana! Beijos e abraços aos meus queridos leitores, desta blogger famosa! Ah ah ah ah 

 

“Raisparta” os homens!

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Após um longo interregno… eu cá outra vez! Eu cá outra vez, e pior que estragada! Já explico.

 

Hoje é dia de S. João. O do Porto não conheço. Conheço é o de Braga. É à cidade dos arcebispos e ao S. João de Braga que a minha história está ligada!

A minha relação de amor de uma vida, e que ainda dura, começou nessa cidade e precisamente neste dia. Foi no final da noite de 23 para 24 de junho de 1990 que o M. inesperadamente me encostou à parede (literalmente!) e me deu o primeiro beijo. Começou assim uma relação que já dura há 26 anos. A bem dizer, talvez até tivesse começado antes, em interesses e intenções, sem eu suspeitar. Para dizer a verdade eu achava-o engraçado, ao meu jeito, e uns tempos antes já tinha percebido algum interesse também da parte dele durante uma noite numa discoteca da moda naquela altura. Nessa noite, o M., uma pessoa completamente tímida,  desinibido à conta de algumas cervejas, protagonizou o que se pode chamar de uma verdadeira dança de acasalamento. É engraçado! Acho que nunca falei com ele sobre isto, mas é uma imagem que me ficou gravada na memória e que carrego no coração. Soube também mais tarde pelo próprio M. que havia interesse em mim não só da parte dele mas também de um outro rapaz conhecido de quem já nem me lembro do nome. Parece que chegaram mesmo a apostar conquistar a bela. A bela ERA eu, caso não tenha sido clara! ERA!

Uma história fofinha e tudo muito bonito, não fosse o facto de durante todo o dia de ontem eu ter esperado pacientemente uma palavra, uma referência à data, um mimo. NADA! Acabei por ter que ser eu a lembrar a data, já pela noite dentro, com a lamúria habitual de que ele não se lembra destas ocasiões e datas (para mim!) especiais. Ganhei uma expressão qualquer de desvalorização e uma festinha, nada mais.

Que fique claro que eu não tenho dúvidas de que eu sou e serei, salvo algum "imprevisto", a mulher da vida dele, até que a morte nos separe. Eu sinto isso e tenho razões para acreditar nisso. E também sei que temos que aceitar as pessoas como são e eu sei que ele não valoriza as lamechices da mesma forma que eu. Mas o que é que eu hei de fazer? Gostava de ouvi-lo dizer que me ama todos os dias, até me cansar, gostava de ser mais mimada, gostava de ter mais demonstrações de carinho no dia-a-dia, gostava que ele me tivesse dito ontem que eu fui o melhor que lhe aconteceu, naquela noite de S. João há 26 anos atrás. E gostava que o dia de S. João não fosse só o dia de S. João. Afinal, o casamenteiro connosco não foi o António...

 

“Raisparta” os homens que não percebem ou não querem perceber que é tão fácil amolecer uma mulher. Esta mulher, pelo menos…

 

PS: A quem interessar (não são muitos os seguidores deste blog, mas os que o são merecem-me todo o respeito!), quero retratar-me de ter estado tanto tempo sem dar notícias. Está tudo bem com a minha saúde e nada se passou objetivamente que me afastasse deste cantinho, a não ser a desmotivação em grande medida causada pelo imenso trabalho que tenho tido nesta altura do ano e que ainda vai continuar por mais um mês e meio até às merecidas férias. Hoje lá consegui tirar a tarde e cá estou eu a desancar no meu M. Ele ainda não sabe que eu desanco nele aqui… Chiu!

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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