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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

Um novo estilo de texto: anti-narrativa de viagens!

Estou no Algarve para um breve descanso. Descanso! Quer isto dizer que não tenho tempo nem disposição para fazer grandes relatos e descrições dos lugares, da gastronomia, das condições e da qualidade do hotel de 4 estrelas onde estou hospedada, acompanhadas de fotografias impecáveis, como um blogger que se preze faria.  

 

Estou, no entanto, em condições de vos dar alguns apontamentos da minha estada. Por exemplo, o facto de hoje de manhã não sair água do chuveiro da casa de banho do quarto do hotel de 4 estrelas. Após meia hora, senhores da manutenção dentro do quarto, pegadas de terra por toda a casa de banho e finalmente assunto resolvido. Ainda fomos a tempo do pequeno-almoço, ufa! É das partes que gosto mais! O pequeno-almoço em hotéis de 4 estrelas... ou 3... ou... De comer, vá! 

 

Quero ainda mostrar-vos o vaso que encontrei à porta deste hotel de 4 estrelas, que mostra que o hotel (já disse que era de 4 estrelas?) deve ser frequentado maioritariamente por portugueses nesta época baixa (Mazinha!). Vede!

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Para que conheçam um bocadinho melhor esta vossa amiga, ainda vos falo de gastronomia e mostro a refeição típica algarvia que foi o meu repasto ontem à noite, num restaurante típico aqui da localidade (Restaurante simpático, onde no final incluíram  um prato a mais na conta, mas demos por isso. Nice try! Já me aconteceu várias vezes. Acho que é uma nova engenharia dos comerciantes para fazer mais uns trocos. E atenção que está a alastrar. Fica o conselho. Leiam sempre a fatura antes de pagar.) Vede então a Júlia Pinheiro que há em mim! 

 

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E pronto. Vou continuar a usufruir do melhor que o Algarve tem para oferecer. Nesta época é, acima de tudo, o silêncio e a ausência de pessoas. O que é que eu posso querer mais? 

 

(Peço desculpa pela falta de formatação do texto, mas escrevi no tlm e não sei fazer melhor. Mas também nisto é mais importante o conteúdo do que a forma. Haaa... Pensando bem, não sei se isto abona a meu favor...)

 

 

 

 

Coisas que só se toleram às velhas #1

 

Neste fim de semana fui a uma festa de aniversário de um sexagenário conhecido do M. Coisa caseira, familiar, sem "peneiras" (leia-se "vaidades", "manias"). Acabou por ser uma boa tarde de convívio à moda do campo, num barracão, com comidinha tradicional e gostosa, boa disposição e muita descontração. 

 

A certa altura, numa das minhas investidas à mesa das sobremesas, levo uma valente apalpadela no cu (no campo diz-se assim) e ouço a seguinte observação por parte da velhota apalpadora para outra velhota: "Está boa!" E depois para mim: "Já foste mais magra, não é?"

 

É! Infelizmente é! 

 

Moral da história :

 

Quando uma velha diz que estamos "boas" é sinal que estamos a ficar gordas e temos que começar uma dietazita. Vou tentar começar hoje...

Ouçam as velhas! Acima de tudo, interpretem corretamente as palavras das velhas!

 

 

 

Sou só eu...

 

... que anseia por um fim de semana ocioso de dolce fare niente, em que possa vegetar em pijama pela casa, e depois, quando isso acontece, parece uma barata tonta e depressiva por sentir falta de ocupação e adrenalina e por ver todos em casa a dormir porque só ela é que tem um relógio incorporado que a tira da cama cedo e só lhe apetece ter uma ocupação, tipo passar a ferro ou fazer bolos ou deitar-se na cama a ler mas está lá a dormir o M (que raiva!) e não quer acordá-lo e por isso é que está aqui em frente ao computador a partilhar estas duas linhas???

Sou só eu?

OK! Talvez a psiquiatria saiba explicar isto...

 

Mandamentos da blogosfera #1

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Olá, olá!!! Como estão todos? Espero que esteja tudo bem com vocês. Eu cá vou andando, mais cheia de trabalho do que nunca, mas de boa saúde.

 

Voltei para uma pequena incursão, basicamente para vos lembrar desta amiga desaparecida. Percebi que não tenho condições para ser assídua como gostaria, mas talvez consiga vir cá de vez em quando dar um ar de minha graça. 

 

E o que é que trago hoje? Bem, para quem ainda há pouco tempo se dizia uma naba nestas andanças, e a acrescentar a isso, esteve meses sem cá pôr os pés, trago a minha perspetiva sobre como blogar. Vejam bem isto! Presunção e água benta... 

 

Seguem-se alguns mandamentos que me ocorreram assim de repente. Esta poderá eventualmente ser uma paródia em vários atos, porque haverá certamente mais. Aliás, aceitam-se sugestões. Com a vossa ajuda talvez consigamos encontrar mais cinco para atingir o número místico. 

 

Faxavor de ler como se fossem o Salazar a discursar com aquela vozinha pausada, esganiçada e paternalista, que só o Cavaco, uns bons anos mais tarde, mas de forma só aproximada e algo torpe, conseguiu imitar.

 

Cá vai!

 

1 - Não fareis incursões por assuntos dos quais não vedes boi, para não fazerdes figura de urso. Se fordes teimoso e mesmo assim quiserdes fazê-lo, estudareis os assuntos, nem que seja com recurso à wikipédia. Lembrai-vos que não podereis argumentar se não souberdes do que estais a falar. Mas precavei-vos: não copiareis de lado nenhum, senão ainda vos meteis numa carga de trabalhos.

 

2 - Não tecereis opinião sobre assuntos como política, religião, sexo (de forma demasiado explícita) ou outros temas fraturantes, ainda que tenhais a vossa opinião bem alicerçada, porque haverá sempre algum beato, algum púdico ou algum intolerante que não aceitará bem a ideia de pluralismo democrático e, à falta de argumentos, dará coices. (este mandamento saiu-me do couro...)

 

3 - Em nehuma circunstância mostrareis demasiado de vós próprios, muito menos facultareis a vossa identidade. Lembrai-vos que poderão haver por aí doidos varridos ainda piores que vós, que descobrirão que além de inteligente ainda és linda e nunca mais vos deixarão em paz.

 

4 - Fareis um esforço no sentido do domínio correto da língua de Camões e de uma vez por todas não sereis displicentes a escrever, por exemplo (forma errada a vermelho e riscada, para não restarem dúvidas; certa a verde): "À  dois anos eu fui à missa", "está um tempo solarengo soalheiro", "ainda se vêm  vêem alguns homens machistas", "não tem a haver a ver com o assunto", entre outros exemplos, para não falar da falta de acentuação e pontuação.

 

5 - Engraxareis Afagareis a pele rugosa das patas do anfíbio a espaços temporais regulares e assim obtereis o seu reconhecimento, conseguindo que os vossos escritos sejam plasmados em local de destaque nas suas páginas dia sim dia não.

 

 

(Informo que talvez publique esta pérola vários dias, até vos vencer pelo cansaço e obrigar cada um de vós, meus seguidores, a lê-la. )

 

São tendências...

 

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Felizmente o meu filho deixou de usar fraldas por volta dos 3 anos... 

 

Agora a sério! Como é que estas calças a cair pelo cú abaixo podem ser tendência? Hã??? O meu adolescente cá em casa não gosta deste estilo (Graças a Deus, meu povo!), mas se gostasse eu não permitia uma coisa destas. Ai não saía assim à rua não, ou eu não me chame Maria! 

 

 

 

 

Vamos lá ver se nos entendemos!

 

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Desde que comecei a dedicar quase diariamente uma fatia do meu tempo ao blog, que uma preocupação me persegue. Chegou o dia em que tenho que a partilhar. Mas vamos por partes.

 

Em primeiro lugar, dizer que quem está nesta vida (agora soou-me a qualquer coisa pouco apropriada... ), concordará comigo nesta apreciação que faço. Falo por mim. Quando tenho tempo (O que de momento não está a acontecer. Notem que este texto já aqui anda em rascunho há meses!), eu gasto mais tempo ligada ao Sapo a interagir nos blogs dos vizinhos do que a produzir conteúdo para o meu próprio blog. Gosto de fazer o périplo pelas publicações do dia e isso leva tempo. Ultimamente tenho falhado nisso. Vou lendo mas não consigo comentar como fazia, nem sequer às vezes responder aos vossos comentários às minhas publicações. Há por aqui muita coisa digna de ser lida. Por um lado gosto mesmo por interesse genuíno e por outro lado acho que devo, até por respeito a quem também lê as minhas cenas.

 

É mais à noite que me sento em frente ao pc dedicada a isto, normalmente enquanto vou deitando um olho ao jantar (Sim, já aconteceu de o deixar queimar!). Durante o dia o máximo que normalmente consigo é espreitar de vez em quando o telemóvel (quando as tarefas do dia o permitem) e responder a comentários aos meus posts e hoje em dia nem isso. Por vezes, à hora de almoço também arranjo uns minutos para cá vir (porque almoço em dez minutos a comidinha da marmita que levo de casa todo o santo dia).

 

Retomando a ideia: do pouco tempo que tenho para andar por aqui, quando a vida corre de feição (Não é o caso ultimamente!), grande percentagem é usada na interação com os vizinhos.

 

Notaram certamente que eu utilizo muitas vezes o termo "vizinhos" referindo-me aos restantes bloguistas cá do Sapo. Pois, mas lamento dizer que não se trata de tentar utilizar uma metáfora bonita em que a blogosfera seria a rua lá do nosso bairro e os bloguistas os nossos vizinhos como se cada blog representasse uma casa e os proprietários fossem os bloguistas. Nesta metáfora talvez os posts pudessem ser bolinhos quentes, acabados de sair do forno que se fazem para oferecer aos bons vizinhos que apreciam a nossa qualidade de pasteleiros. Mas não, não é nesta metáfora que penso quando me dirijo a vocês por vizinhos. Penso que nem sequer será original! Quem é que não se lembrou já disto?

 

E aqui reside o busilis da questão. Escolhi tratar-vos preferencialmente por vizinhos porque honestamente não sei como tratar-vos. Refiro-me obviamente àqueles contextos em que não se adequa nomear cada um de vós em particular. 

 

Pensei em várias alternativas, mas nenhuma me parece adequada. Senão vejamos (reparem no pormenor da menção aos dois géneros, não vá a Catarina Martins ler isto!):

 

Bloguista(o)  

Demasiado frio e distante, como se estivesse a falar  de alguém que se define unicamente pela participação nesta comunidade e eu vejo-vos para além disso. Idealizo-vos as feições, os trejeitos, imagino as vossas vidas através dos vossos relatos, passaram a fazer parte da minha própria vida, a bem dizer são meus. E eu não posso dizer que tenho bloguistas, não é? (Agora estão com meeedo, muuuiiito meeeeedo desta maluca! Muuuaaaahhhhh!!!!)

 

Companheiro(a) e camarada(o):

Demasiada conotação partidária, um mais à direita outro mais à esquerda, mas são efetivamente termos partidários. Além disso, companheiro é também já usado para falar daquela pessoa que mora connosco em união de facto. Qualquer uma das utilizações situa-se, portanto, longe da relação que temos por aqui. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra!

 

Colega(o):

Esta nem se fala. O M. diz que na tropa era recorrente dizer-se que colegas são as pê-u-tê-ás, como diziam os meus filhos em pequenos para fugir ao palavrão. Desde o dia em que fui confrontada com esta informação, nunca mais consegui olhar para a palavra "colega" sem me lembrar das coitadas das mulheres que ganham a vida vendendo bocados de si. Não é assim que vos materializo na minha mente, descansem.

 

Parceiro(a):

Remete demasiado para os tempos da escola. Lembra-me a A, aquela parceira de carteira de má memória que com o tempo se revelou uma autêntica ... "colega" no sentido atribuído nos quartéis da tropa por este país fora, se é que me faço entender...

 

Tipo Bro(a) / Mano(a), tás a ver?:

Esqueçamos lá isso, que já não tenho idade para me aventurar nessa gíria própria da juventude.

 

Amigo(a):

Esta sim! Por várias vezes senti o apelo de utilizar este termo e julgo até já ter utilizado, mas muito a medo. Tenho receio que não seja bem aceite desse lado, que seja considerado um abuso de confiança. Afinal, amigo é especial. Amigos temos poucos. Amigo não é para qualquer um. Podemos ser amigos?

 

(Imagem: https://www.mensagenscomamor.com/) 

 

 

Furos jornalísticos... ou nem por isso!

 

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No jornalismo, quando não há furos, é preciso criá-los, nem que seja artificialmente. Normalmente recorre-se ao assunto tempo, como aliás fazemos todos quando não sabemos o que dizer. É sempre uma saída airosa. Assim, no verão fala-se do calor e dos incêndios. Não sei porquê, mas desconfio que isso até funciona como rastilho. No inverno é a chuva, as inundações ou o frio. Todos estes são sempre assuntos de recurso, à falta de outras notícias que encham as páginas dos jornais e principalmente os ecrãs das televisões. E depois, como sabemos, somos obrigados a ver esse assunto ser repetido até à exaustão.

 

Esta tendência até me permitiu há uns tempos, num dia frio de pleno inverno, rir um bom bocado com uma reportagem daquelas em que andavam na rua a perguntar aos transeuntes se tinham frio, até que uma mulher respondeu qualquer coisa como isto, num português com sotaque estrangeiro: "Não, eu não tenho frio. Eu sou da Rússia. Aqui em Portugal não faz frio". Pronto! Matou logo ali a reportagem. Lembrou-me aquele sketch do Herman com o entrevistado que não sabia nada do que lhe estavam a perguntar, apesar de o quererem guiar num determinado sentido, e só respondia: "Pois... Não... Não sei... Eu é mais bolos e batizados...". 

 

 

Rapidinhas #1

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Digam lá que esta simples imagem e a piada associada não estão uma pequena pérola?!   

 

 

(É o que se consegue arranjar para hoje. Queria ter tido tempo para escrever sobre as minhas "alservações" da tarde de praia que passámos no domingo, mas não consigo encontrar tempo. Volto a esse assunto noutra altura, espero. Entretanto, deixo este postezito só para me obrigar a não me ir afastando cada vez mais deste mundo. Na convicção de que quem cá vem merecia melhor, claro... Está complicado...)

 

 

 

 

 

O valor negocial de um "Bacalhau à Brás" cá em casa.

 

Ao fim da tarde de um dia da semana passada (talvez sexta-feira), em casa, deitados na cama a descansar do dia de trabalho extenuante, como gostam de fazer antes de retomar as rotinas familiares de final de dia:

 

Mulher: "Estou cansada. Não me apetece fazer jantar. Podíamos ir jantar fora hoje..."

Marido: "Não me apetece sair. Eu faço o jantar."

Mulher: "Fazes? O quê? Tu não sabes cozinhar!"

Marido: "Tu dizes-me como fazer..."

Mulher: "Deixa estar... O que é que EU faço para jantar, então? Queres Bacalhau à Brás?"

Marido, agradavelmente surpreendido, arregala o olho e passa a mão insinuante no corpo semi-nu dela (estavam trinta e tal graus!), numa promessa de diversão na horizontal, a muito curto prazo: "Eh pá! Se fizeres Bacalhau à Brás, logo à noite até "ganhas qualquer coisa"..." Conversas de casais... 

 

Et voilà! Cá está ele:

 

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Moral da estória: os negócios são para ser cumpridos e há que honrar os compromissos. Nunca perdi a esperança... até hoje... 

 

 

Termos de Pesquisa (últimos 30 dias)

 

 

No último mês vieram cá ter leitores à procura disto:

 

  1. puto filma oculto mae mastorbacao - 8
  2. so oral - 2

 

Não sei o que é mais desagradável nesta estatística que o Sapo me revela:

 

  • se o teor do que procuraram (se bem entendo, houve até alguém que queria ver um filme gravado por um filho com imagens de uma mãe a masturbar-se - será isto??? E eu é que sou depravada?!);

 

  • se o domínio do português dos(as) depravados(as), que nem é bom nem mau... é uma merda!

 

Ó Google, obrigadinha pela consideração! Fica sabendo que, a não ser que esteja com princípio de alzheimer, posso quase jurar que nunca abordei o tema masturbação... ainda. Com "u", pá! Quanto ao "oral", admito que gosto (quem não gosta?), mas daí a ser "só oral" vai uma grande diferença. É preciso variar, home d'um raio!

 

Ó Sapo, obrigadinha pela informação que tanto diz de quem me procura como de mim própria! Sempre me obrigas a repensar a minha participação neste universo dos blogs. Hummmm... Acho que vou largar isto e dedicar-me antes à pesca nas horas vagas. E entretanto vou só ali cortar os pulsos... E foi nesse momento que ela soltou uma grande gargalhada. É exímia a dar gargalhadas, so they say. Inconfundíveis, as dela!

 

 

 

Chuva, trovoada e as redes sociais

 

 

Ontem choveu e trovejou cá na minha zona, assim como noutros pontos do país, segundo consta. Eu sei, porque eu vi. Sim, porque não poderia utilizar aquela frase batida "eu vi, ninguém me contou". Ou seja, se não visse, sabia da mesma maneira porque deparei-me aí com umas 20 pessoas a fazer o favor de me lembrar isso nas redes sociais. Até vídeos da chuva a cair do céu partilharam, for God's sake! Coisa estranha... a chuva... Nós, seres humanos somos mesmo facilmente deslumbrados! 

 

Vá-se lá perceber porque é que tanta gente anuncia nas redes sociais que está a chover ou a trovejar ou a fazer calor ou a fazer frio. Não é como se o resto do povo estivesse isolado do mundo num bunker ou assim, que não constatasse qual o tempo que se faz sentir! Por isso, não se esqueçam! Nós não fazemos isso, ok?! Nós percebemos que os outros têm olhos na cara e não lhes mostramos o que está à vista de todos, ok?! 

 

(Se algum de vocês, que lêem estas ideias pertinentíssimas que eu partilho, se enquadram na descrição da pessoa que tem este deslumbramento com a chuva e partilha pensamentos, fotos ou vídeos da chuva nas redes sociais, relevem o meu post de hoje. A falta de inspiração dá nisto...

 

 

 

Não, a sério! Por favor, não façam isso! )

 

 

Abaixo quem parte parvamente o pão!

Quem daí desse lado é fã do Ricardo Araújo Pereira?  E da rubrica "Mixórdia de Temáticas" da TSF? Eu escavaco-me a rir com aquelas situações e personagens! Mas rir é uma coisa. Sentires-te completamente identificada com as características da personagem é todo um outro patamar.

 

Lembram-se do episódio que falava da raiva que metem as pessoas que partem parvamente o pão? Essa sou eu! Recordem lá.

 

 

Não me lembro se já partilhei isto, mas eu sou assim, tal e qual. Juro! Sobem-me uns "sistemas nervosos" quando vejo pão mal cortado, que nem vos conto. A sério! Não é brincadeira. Devo ter algumas pontinhas de doença obsessiva-compulsiva, porque até me dá vontade de chorar ver pão parvamente partido. Há toda uma regra geométrico-matemática na técnica de partir o pão. Não é coisa para se fazer de qualquer maneira. 

 

E, para mal dos meus pesares, tenho uma sogra que ganha o primeiro lugar no top das pessoas que partem parvamente o pão. E quem, diz pão, diz bolos! Olhem só para esta lástima por ela perpetrada.

 

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Observem o corte perfeito com o ângulo e a inclinação corretos em direção ao centro da circunferência que era o bolo (corte feito por mim, está claro!) do lado direito e o corte parvamente feito do lado esquerdo. Pronto, já estou quase em lágrimas. Mas o que leva alguém a "esconchavar" desta forma um bolo??? Porquê? Porquê??? 

 

 

É oficial! O melhor do mundo sempre lá teve que comprar os gémeos...

 

 

Cristiano Ronaldo, no seguimento da derrota no jogo de ontem, Portugal-Chile, e consequente regresso a casa, assumiu publicamente, nas redes sociais, o nascimento dos gémeos. Eu não disse que isto ia acontecer? Onde é que já se viu o melhor do mundo não ter gémeos?! Deus me livre! 

 

Já sabem o que penso deste assunto e a minha teoria sobre o "negócio" dos gémeos, a moda dos gémeos, o capricho dos gémeos entre os "rich and famous". Recordem aqui, aqui e aqui (É pá! Apercebi-me que este terceiro post, especialmente, está um "must". A gaja até escreve umas coisas engraçadas!).

 

Não vou bater mais no ceguinho. I rest my case. Mas que, mais uma vez, posso dizer (como o outro) que nunca me engano e raramente tenho dúvidas,  lá isso posso! 

 

 

Felicidade doméstica é...

 

 

... encontrar, de uma assentada só, os pares de duas peúgas, DUAS!, esquecidas há meses no cesto da roupa para passar a ferro à espera dos respetivos pares. Já estava quase a desistir de as encontrar e, de repente, numa máquina de roupa lavada, pimbas! Duas de uma vez!

 

Sou a mulher mais feliz do mundo! Continuo sem perceber o fenómeno do desaparecimento das meias no processo de lavagem, mas pronto... 

 

 

 

 

 

 

Uma sátira sobre esperança e fé

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Agora que o ano letivo está a acabar, partilho uma estória inspiradora sobre esperança e fé, com o desejo de que todos os vossos entes queridos em idade escolar tenham muito bons resultados. Se não for o caso, contem-lhes este exemplo de vida, que talvez sirva para reflexão e também de inspiração para o próximo ano letivo. Cá vai, então!

 

O Joãozinho era um menino muito distraído nas aulas e com dificuldades de aprendizagem. Por isso, como é óbvio, tinha más notas e a professora estava sempre a ralhar com ele. 

 

Um dia, a mãe dele, habituada a ouvir queixas da professora, foi mais uma vez à escola para saber como se estava a comportar. A Professora foi peremptória em dizer mais uma vez à mãe que o seu filho era um desastre, que tinha notas muito baixas e que ela nunca tinha visto um menino assim em toda a sua carreira.

 

A mãe desta vez ficou tão chocada com o teor do que lhe disse a professora que tirou o seu filho da escola e, inclusive, mudou com ele de terra. Foi da província para Lisboa. Já não suportava aquilo.

 

25 anos depois, essa mesma professora foi diagnosticada com uma grave doença no coração, quase incurável. Foi aconselhada por vários médicos a fazer uma cirurgia ao coração. No entanto, este tipo de operação só um médico em Lisboa era capaz de fazer. Apesar de não ter grandes esperanças, a professora decidiu tentar. Foi para Lisboa e num hospital lá foi operada com sucesso pelo tal médico.

 

Quando abriu os olhos depois da cirurgia, viu um belo e jovem médico à sua frente, a sorrir para ela. Ela queria agradecer-lhe, mas não conseguiu falar. De repente, a sua cara tornou-se azul, levantou a mão, tentou gritar sem conseguir e num ápice morreu.

 

O médico ficou chocado, a tentar entender o que tinha acontecido de errado. Nesse momento, olhou para o lado e viu que o João, que trabalhava no hospital a fazer limpezas, tinha desligado os equipamentos de suporte da tomada do quarto, para ligar o seu aspirador e limpar o corredor.

 

Pensavam que o Joãozinho se tinha tornado médico, não é? Tá bem, tá! Não estudem, e veem como é que é!

 

(Este texto é uma adaptação de um que encontrei em http://smartdireito.com.br/pequeno-conto-de-esperanca-e-fe-parte-2/

 Fonte da imagem: https://pt.pinterest.com/explore/piadas-do-jo%C3%A3ozinho-933214800729/)

 

 

Mulher é bicho complicado!

 

Pois é! Desculpem as minhas congéneres, mas eu estou aqui para dizer as verdades, doa a quem doer. Nós, mulheres, somos mesmo difíceis de entender.

 

Às vezes, só estando no lugar de observadoras isentas é que percebemos as figurinhas que por vezes fazemos com os nossos homens. Lembram-se deste exemplo? Ela até podia ter todas as razões e mais alguma para aquela lamúria toda, mas convenhamos que o beicinho era escusado. 

 

Refiro-me sobretudo àquela tendência de nunca estarmos satisfeitas ou àquela imprevisibilidade desconcertante do "se-é-é-porque-é, se-não-é-é-porque-não-é" ou ainda a mania que temos de ficarmos amuadas porque ele não adivinhou que devia ter atuado daquela determinada forma que nós idealizámos para uma determinada situação, não correspondendo portanto às nossas expetativas.

Mas depois, é tão fácil amolecerem-nos o coração. Um abraço que nos apanhe desprevenidas pode ser o suficiente para resgatar toda a doçura feminina.

 

Um bocado bipolar, o sexo feminino... Dizem que pode ser hormonal... 

 

Por estas e por outras é que se diz com toda a propriedade: "Vá-se lá entender as mulheres!". 

 

(Imagem: http://heyhey-heyyy.tumblr.com) 

 

 

Termos de Pesquisa (ontem: 31/05/2017)

  1. posições mais usadas para fazer amor 

 

É isto!... 

Eu bem tento ser credível na blogosfera, mas já vi que nada feito, não consigo. Bem, pelo menos com isto dão-me ideias para temas de segunda-feira. Sim, porque se há coisa que eu nunca abordei aqui foram as posições mais usadas para fazer amor sexo. O Google anda marado de todo, é o que é! 

Anda por aí o vírus da felicidade!

Estou em condições de dizer que o vírus da felicidade foi identificado nas lojas do Vasco da Gama (talvez trazido por um turista português que esteve recentemente no Butão), mas parece estar a propagar-se para outras superfícies comerciais e mesmo outros locais. Podemos estar perante a ameaça de uma pandemia, meus amigos! 

 

Passo a  explicar. 

 

Como bem se lembrarão, ontem fui à consulta de imunoalergologia (ainda hei de falar sobre isso). Como me despachei cedo e fazendo justiça à gaja que sou, dei uma voltinha no Vasco da Gama para ver as novidades nas minhas lojas de eleição. Gaja que é gaja gosta de dar uma voltinha nas lojas!

 

Ora, nesta volta que eu dei houve um elemento comum em vários estabelecimentos comerciais onde entrei: a necessidade  das lojistas, mais evidente do que nunca, apregoada aos quatro ventos, de que o cliente se sentisse feliz. Ora tomem nota:

Entrei numa loja de roupa de senhora que até tinha uma fashion adviser e tudo e que me deu a conhecer um novo site de promoções de subscrição gratuita. Trata-se de Promofans. Vão lá espreitar, que talvez vos interesse. Eu já lá fui. A menina até me queria inscrever lá na loja, mas eu, nestas coisas, gosto de palpar primeiro o terreno. Gosto de estudar a coisa com tempo. Já subscrevi a plataforma, mas ainda não explorei o suficiente para vos dizer se as promoções e descontos valem a pena.

Segui para outra loja, de gangas e afins, cuja lojista quebrou logo o gelo com uma expressão do tipo "Olá. Sente-se bem? Aqui temos todas as condições para que se sinta feliz!" E eu "Ah!... Hummm... Ainda bem! Obrigada." WTF?!

Dirigi-me a uma livraria, onde pude assistir a uma cena rara. A uns metros de mim, a lojista deixou cair uns livros no chão e uma cliente ali ao pé prontamente apanhou tudo do chão. "Obrigada, não era necessário." "Não tem de quê. Não há problema."

Mau! Nesta altura já comecei a desconfiar... Há aqui qualquer coisa estranha hoje! O que é que se passa para haver tanta alusão à felicidade, simpatia e amor ao próximo no ar? Só pode ser de origem viral! O melhor é abalar daqui, senão amanhã (hoje) ainda me dá para abraçar aquela megera que me detesta lá no trabalho e que fala mal de mim nas costas!... É caso para dizer: também não exageremos, que essa coisa bíblica de dar a outra face não é para mim!

Segui para casa, mas parei num restaurante de uma cadeia de fast food, para lanchar. Gaja que é gaja às vezes também come fast food... Enquanto esperava pelo pedido junto ao balcão (só lá estava eu), a menina disse-me que me podia sentar, o que eu declinei com o argumento habitual: "Deixe estar. Estou farta de estar sentada." "Ah! Sabe? É que é nossa política que os clientes se sintam satisfeitos." "Também tu?", pensei. Mas disse: "Sim, sim. Eu estou satisfeita aqui em pé. Não se preocupe." WTF?! Olhei distraidamente para os avisos na parede e até isto lá estava: 

 

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"Pronto! Já está espalhado.", concluí eu. "Não me resta outra alternativa senão ser amiguinha da megera... Amanhã (hoje) tenho que lhe dar dois beijinhos, dizer que está mais magra, que a blusa que traz vestida lhe favorece o decote e perguntar pela família." 

   

Naaaa!!!! 

 

Butãopaís ao sul da China, única nação no mundo cuja religião oficial é o budismo tântrico, daí o objetivo principal de governo seja fazer com que os cerca de 700 mil habitantes sejam felizes, algo que até está consagrado na Constituição do país. Uma das perguntas que é feita aos butaneses nos censos é "Você é feliz?", assim como dão mais ênfase à Felicidade Interna Bruta do que ao Produto Interno Bruto. Até existe um Ministério da Felicidade! 

 

 

 

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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