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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

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Sobre a saída dos EUA do Acordo de Paris

 

 

No final de maio, no México, choveu granizo do tamanho de bolas de ténis, como foi captado no vídeo abaixo. Aliás, fenómenos meteorológicos como esse e outros vão acontecendo um pouco por todo o mundo.

Mas a figura patética lá de cima continua a ignorar as mudanças climáticas do planeta, essa falácia, essa invenção da humanidade. Agora há uns dias até anunciou que os EUA vão abandonar o Acordo de Paris.

Mas sabem uma coisa? Acho isso positivo e até encorajador para a causa da defesa da sustentabilidade e sobrevivência do planeta Terra. Senão, vejamos. A sua posição sobre as alterações climáticas trouxe o assunto esquecido novamente para a ribalta, despertando assim consciências. Até empresas americanas líderes nos seus segmentos declararam estar descontentes com a opção do seu presidente e comprometeram-se a seguir o seu próprio caminho, inclusive empresas petrolíferas. E isso parece-me mais positivo do que acordos governamentais que são guardados numa gaveta. Vamos ser otimistas... 

 

 

(Imagem: https://media.giphy.com; Vídeo: autor identificado) 

 

 

Isto é verdade?

Li no FB que o Trump declarou à CNN que “…todo o investimento realizado durante décadas pelos americanos na base aérea e espaço envolvente e o não cumprimento das regras básicas de manutenção da ilha por parte de Portugal dá aos EUA o direito à posse do território por usucapião.”

 

Isto é verdade? Quantos são hoje? Já é carnaval? Dia 1 de abril? 

 

Gente? 

 

E não sendo verdade (o mais certo!), como é possível haver quem se divirta a inventar este tipo de notícias? Acho que ainda é mais lastimável inventarem isto do que o burgesso o dizer, porque dele já começamos a estar habituados a todo o tipo de alarvidades. 

 

 

 

 

Tenho para mim...

... que se continuam a haver tantas manifestações contra o Trump, principalmente nos EUA em que a sociedade está ao rubro, qualquer dia ele vai ter que recorrer daquela velha estratégia política americana, que é engendrar uma guerra com algum país, para unir o povo americano à volta disso. Nada de novo. Uma daquelas que obrigue a enviar soldados americanos para lá para morrerem e serem heróis de guerra. Não há nada que o americano típico aprecie mais do que ter um herói de guerra morto na família, e fazerem-lhe um funeral com a urna envolta na "stars and stripes". 

 

 

Destaques e haters

 

A propósito do destaque na página inicial do Sapo que a equipa me deu este fim-de-semana a este singelo post do tratamento adequado a dar ao Trump, quero agradecer. Realmente, um destaque do Sapo dá uma muito maior notoriedade aqui aos pequeninos como eu. E a malta cá do fim da fila também merece, que dedica tempo a isto.  

 

Ainda por causa do dito destaque, trago hoje uma novidade: ganhei o meu primeiro (aquilo que ouço aqui chamar de) hater. Yay! Já me sinto mais integrada neste mundo!

 

A esse senhor fascisóide que, no comentário que não lhe vou dar o gosto de publicar (mas ele não vai estranhar porque adivinho pelas suas palavras que deve valorizar o pensamento único, portanto leva com isso aqui), diz achar que quem se indigna com as atrocidades que o Trump defende, é hipócrita e cínico, digo-lhe que me indigno com qualquer tipo de tortura SIM! Em qualquer parte do mundo, SIM! E também sou contra a pena de morte, SIM! E também me enoja a misoginia e a forma como são tratadas as mulheres à pedrada em alguns países, SIM! Quanto a si, encontre outros argumentos para legitimar o inqualificável, que não seja dizer que existe noutros lados. Não é por haver loucos no mundo que eu aceitarei que um venha defender essas mesmas loucuras como sendo manifestações de sanidade. 

 

 

 

Trumptamento

Enojada Cansada até ao tutano da reiterada defesa da tortura por parte do  recém empossado Trump, acho que já estou em condições de dizer qual o tratamento a dar-lhe. Talvez não corresponda exatamente ao pretendido, mas talvez sirva... não necessariamente nesta ordem. 

Bom fim-de-semana! 

 

 

(Fonte: https://www.facebook.com/wtff36/videos/251200028582444/)

  

 (https://media.giphy.com/media/d2ZbxughLGSLyPS0/giphy.gif)

 

 

Só por causa das coisas!...

 

Não sou rapariga de me deixar ficar! Minhota nascida e criada nunca se deixa ficar! Isso é que era belo! Já explico! Aguardem só um bocadinho. Não posso dizer tudo nas primeiras linhas, senão não abrem o post. Sou pouco esperta, sou! Talvez agora... Acho que já posso... Vá, abram lá esta merda cena!

 

Bom...

 

Ontem, a propósito do post Acho que há por aí alguém com muito sentido de humor..., houve um menino de seu nome Papagaio, muito indiscreto por sinal, que teve o desplante de me dizer, assim sem dó nem piedade, que eu, como ele, não tinha sentido de oportunidade e cito "(...) que sentido de oportunidade! Temos futuro nisto, temos!". Reparem no tom irónico-sarcástico com que insinua que eu e ele não temos futuro como bloggers porque falhamos no timing. Que desfaçatez! Nem sabes o que te espera!

 

Pois agora vais ter a resposta que mereces, sua ave Psittaciforme da família Psittacidae (Fui pesquisar e tudo!). Fica sabendo que o Robinson Kanes classificou o post como, e cito, "best post of the day". Ah pois é! É claro que deve ter sido o primeiro que ele leu, mas como o considero uma pessoa que se mantém fiel às suas convicções, recusar-se-á certamente a virar o bico ao prego e dar o dito pelo não dito. 

 

Mas se isso não te bastar, espera ainda pela demora.

 

Regista aí que hoje, 19 de janeiro, é o  Dia de São Bassiano. Ah pois é! E eu estou aqui, indubitável e incontestavelmente carregadinha de oportunidade, a dizê-lo em primeira mão. E ainda te digo mais: hoje, lá de onde és originário (É provável seres da terra do Zé Carioca, né? Por acaso, adorava ler os livros do Zé Carioca!), é também Dia Nacional do Barbeiro e do Cabeleireiro. Toma lá que já almoçaste! 

 

No mesmo post, a Sónia Pereira deu a sugestão de "criarmos um dia internacional de qualquer coisa, mas alguma coisa verdadeiramente irritante ou parva, só para depois nos rirmos com as reportagens nos telejornais". Aceito o desafio. Sem querer tirar o protagonismo ao coitado do Bassiano que nem sei quem foi, proponho que hoje seja também Dia Internacional do Pêlo Encravado. Que tal? É uma coisa irritante e parva!!! Também podia ser o Dia Internacional do Trump, mas o dia desse parvo irritante é já amanhã e infelizmente vai prolongar-se por uns bons anos...

 

Pronto! Desafio lançado! Agora a bola está desse lado. Toca a passar palavra, para ver se pega e logo é reportagem no telejornal e a malta ri-se muito para comemorar o dia de ontem... fora de timing... só por acaso...  

 

"I rest my case"! 

 (Fonte: http://giphy.com/)

     

 

Ser apolítico...

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Dedico humildemente este cartoon:

 

Aos que não tomam partido; 

Aos que têm memória curta e não tiram lições dos erros do passado;

Aos que criticam quem tem uma qualquer opinião política formada e consistente quando eles próprios não a têm;

Aos que escolhem não ser cidadãos politicamente conscientes e informados porque é mais fácil não pensar;

Aos que abdicam da grande conquista da democracia fazendo parte dos que engrossam os números da abstenção;

Aos que têm um discurso anti-política como se os políticos fossem todos iguais e como se políticos não fôssemos no fundo todos nós;

Aos maçados com o assunto eleição do Trump como se fosse de somenos importância para o mundo a eleição do Presidente dos EUA e como se, por muito que não queiramos, o mundo não ficasse todo ele constipado de cada vez que os EUA espirram;

 ...

 

Enquanto se promover discursos do "ser apolítico", o mundo dos Trumps, Putins, Tiriricas e afins agradece...

 

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DIREITOS DE AUTOR (Decreto-Lei n.º 63/85 com as posteriores alterações)

Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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