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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

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Percebem o que eu queria dizer?

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Amal e George Clooney vão ser pais de gémeos

 

É este o título da notícia em vários órgãos de comunicação social. 

 

Deixem-me começar por fazer a pergunta que se impõe, que é retórica porque eu percebi que todos perceberam e não estou à espera de resposta, mas fica bem dizer assim. 

 

Percebem agora o que queria dizer no post sobre a gravidez da Beyoncé e a evidente recorrência de casos de gravidezes de gémeos entre os famosos? Hã? Hã? Quem sabe, quem é?

 

Pois é. Nunca duvidem da pertinência, oportunidade e propriedade das minhas teorias, meus amigos!

 

Mas, para quem achou disparatada a minha teoria (acho que ninguém achou isso, mas por via das dúvidas...), cá está mais um caso "suspeito" de gravidez gemelar! E eu repito e volto a lançar a discussão:

 

Anda tudo quanto nada em dinheiro e vive debaixo de holofotes a fazer fertilização medicamente assistida? É isso?

 

Neste caso em apreço, acredito que sim e talvez até seja mesmo por insucesso nos processos naturais. Convenhamos! A mulher não come! É só pele e osso. Olhem práquilo! Como é que aquele corpo desnutrido conseguiria conceber uma criança naturalmente?

 

Gostava de entender as razões de tantos casos e o alcance desta prática. Hoje até vou mais longe. Será que já há elites que têm acesso a avanços científicos ao nível da manipulação do genoma humano que permitem que mão humana interfira na "criação" do ser humano de acordo com os requisitos e preferências dos pais endinheirados? Esta questão que deixo no ar poderá parecer alucinada à primeira vista, mas já não digo nada... Uma coisa parece-me certa: o número de filhos por gravidez aparentemente já não é arbitrária em alguns meios, meios esses onde me parece que já não é permitido que seja a natureza a decidir.

 

 

6 comentários

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    Maria Mocha 09.02.2017

    Por acaso não sabia da idade dela. Claro que interfere. Mas olha que eu sei do que falo em relação ao facto de as mulheres não se alimentarem devidamente influenciar a fertilidade. Quando era adolescente tive o que hoje se chama anorexia e estive 6 meses sem menstruação. Só com uma injeção voltou à normalidade. Logo...
    No caso em apreço, pode ser uma ou outra razão... ou as duas.
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    Heidiland 09.02.2017

    Sim, mas ao mencionares apenas o facto de ela ser magra estás a limitar e de certa forma criticar uma decisão pessoal.

    Com certeza que devem ter outros motivos para terem escolhido usar um método artificial e não estar ligado ao facto da rapariga ser magra. Já pensaste que ela pode ser naturalmente magra? Eu sou naturalmente magra e não tenho qualquer problema de saúde, mas uma amiga minha aparentemente saudável teve bastantes dificuldade em engravidar e tudo deveu-se a um problema de sangue.

    Por isso, digo que nem todos os que recorrem à inseminação artificial é por vaidade, mas por uma questão de saúde.
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    Maria Mocha 09.02.2017

    Mas eu sei disso! Aliás, tudo isto são conjeturas que estamos a fazer, tanmto eu como tu. Nem sequer é minha pretensão fazer uma tese científica sobre o estado ou as razões da senhora. Na volta, nem sequer está grávida, a coitada da moça. Mas que parece mal nutrida, parece!
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    Heidiland 09.02.2017

    Com a diferença que a minha tese é positivista e tua é de escárnio and I rest my case.

    P.s.: O facto de uma pessoa ser naturalmente magra não significa que seja doente ou mal nutrida.
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    Maria Mocha 09.02.2017

    Menos! Que exagero! Não se trata de escárnio, mas se fosse, estaria no direito de o fazer, já que estou no meu espaço. Mas não é. É só uma opinião inócua que, pelos vistos, consideras ofensiva, pela forma como reagiste a ela. Se não tivesse visto a tua foto de perfil onde me pareces bem constituída, diria que estás a olhar para uma insignificância de uma constatação (ela ser esquelética, porque efetivamente é!) como uma coisa pessoal.
    Sabes que esta notícia não me aquece nem arrefece, não é? Mas há uma coisa que me faz alguma confusão, que é no mundo em que vivemos a gordura ser apontada como doença e a magreza excessiva não. Para mim, as duas são problemáticas e, neste caso, ambas podem interferir na fertilidade. True story!
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