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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

Obrigada por continuarem desse lado!

 

Há precisamente um ano, inaugurava aqui o estaminé com o post Olá! Gosto de ti!, que acho que basicamente ninguém leu. Por isso recordo-o hoje aqui e constato que me mantenho fiel àquilo a que me propus: fazer deste cantinho a terapia barata de que precisava nesta vida a correr, que continua na mesma, inclusive com filhos cada vez mais adolescentes que me dão cada vez mais cabo da cabeça. 

 

Há um ano, dizia eu (e mantenho tudo o que disse): 

 

Finalmente decidi concretizar esta ideia que me perseguia há vários meses: criar um espaço que servirá para partilhar as preocupações, os sentimentos e vivências de uma mulher que já passou por momentos difíceis, que valoriza a vida como só quem já viu a morte de perto o pode fazer, realizada profissionalmente e com uma vida familiar preenchida ao lado de um marido e filhos adolescentes que me dão cabo da cabeça e exigentes do cumprimento do meu papel de mulher e mãe, mas que me fazem uma pessoa muito feliz. Embora admita que às vezes não parece, já que eu me “descabelo” facilmente com eles…

Aqui pretendo expurgar as minhas feridas e, quem sabe, encontrar alguma empatia em quem seguir esta página. Isto, se houver quem tenha pachorra para os meus devaneios!… Mas isso também não é o mais importante! Só quero que a página cumpra o seu papel de manter algum equilíbrio na minha mente e na minha vida, que os minutos que eu passe aqui se transformem no momento do dia onde eu possa parar e refletir sobre o que se vai passando na “vida real”, como se de terapia se tratasse. Terapia, é isso! Esta página vai ser a minha terapia! Sempre é mais barato…

Não sei se vou conseguir conciliar esta página com as exigências da minha vida familiar e profissional, mas vou tentar. Terei certamente que roubar tempo ao sono!

Vou entender isto como um regresso à adolescência, como o diário que nunca tive, um testemunho de vida para os meus filhos seguirem e um dia se recordarem da mãe.

Para ti que me segues: Olá! Gosto de ti!

 

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Ainda por cá ando!

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Estou de volta! Há quanto tempo!

 

Não é fácil para mim manter a atividade nesta espécie de blog. Vivo numa azáfama entre a vida profissional e a familiar que me ocupa todo o tempo e energia. Ainda bem! É sinal de que estou viva!Estes últimos dias, por exemplo, têm sido de loucos. Desde horários malucos, "deadlines" no trabalho que tinha para cumprir, formação, reuniões, iniciativas promovidas à noite, eu sei lá!

Em casa, também uma série de acontecimentos, esses mais felizes:

o torneio de futebol do jogador da bola cá de casa,

o aniversário do M. e o meu também (sim, somos os dois do signo touro e às vezes nota-se!),

o concerto "Drones World Tour" dos Muse,

alegria,

 

papoilas,

 

finalmente o sol,

 

sandálias nos pés,

e maio, o meu querido maio. 

 

Já estava com saudades de passar por cá! Mas por hoje fico-me por aqui. Vou tentar fazer uma caminhada hoje. No more excuses!

 

Ah! Parabéns para mim, que já atingi a marca dos 45, 5 deles depois do cancro! 

 

Páscoa 2016

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A Páscoa foi no norte, como sempre. Desta vez coincidiu com o aniversário da adolescente cá de casa. Por essa razão, conforme previsto, lá levámos as amigas mais próximas dela connosco. Foram 3 dias divertidos para ela e de muito trabalho para mim. Significou cozinhar para carradas de adolescentes, limpar o lixo que faziam, andar por casa a pisar ovos enquanto elas dormiam, levá-los e trazê-los para todo o lado, em várias viagens, assim como fazer uma viagem de combóio de volta (o carro só tem 5 lugares e nós, nestes últimos dias, tivemos a nosso cargo 6 adolescentes e uma criança!). E ainda me custou um telemóvel partido! No final o balanço é que gastámos uma “nota preta”, mas valeu a pena. Foi uma bela prenda de anos para a minha filha. Além disso, pude conviver com ela e as amigas e perceber melhor algumas coisas, nomeadamente que elas têm uma relação de irmãs e ainda bem, porque são boas miúdas. Percebi também que as amigas têm melhor feitio do que a minha filha, mas isso é uma história para outra altura.

Apesar de tudo, ainda consegui fazer um bocado de jardinagem, numa manhã em que não choveu, e enquanto todos dormiam. Valeu-me uma dor nas costas que me acompanha até hoje. Essa e também a dor nas pernas, da caminhada que fizemos uma tarde com os 7, monte acima e monte abaixo. Uma “aventura”, como chamo desde que os meus filhos são pequenos. Sempre fomos à aventura. Foi um conceito criado por mim e que não é mais do que desbravar caminhos e montes com a criançada (filhos e sobrinhos). Acho que são daquelas memórias que ficam para toda a vida.

Hoje já fiz o bolinho semanal da praxe. É muito simples e partilho já, muito rapidamente.

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Batem-se 6 ovos inteiros com 200 g de açúcar até formar um creme fofo e esbranquiçado.

Junta-se depois, a envolver, 200 g de farinha com fermento.

Vai ao forno numa forma redonda sem buraco, untada e polvilhada com farinha, durante cerca de meia hora.

Retira-se e deixa-se arrefecer. Corta-se em 3 partes iguais, que depois serão sobrepostas novamente. Antes de cada sobreposição, rega-se cada parte com calda de açúcar (2 dl de água com 100 g de açúcar, que vai ao lume ferver durante 5 minutos) e recheia-se com doce. Usei doce de morango, mas pode ser outro qualquer. A cobertura que usei é de chocolate (1 tablete com 2 dl de natas, que vai ao lume para derreter o chocolate). Acho que ficaria ainda melhor com chantilly. Para a próxima é o que uso.

 

Hoje é 1 de abril! Aproveito para deixar os meus desejos para este mês (créditos na imagem), se possível com menos chuva… ou nenhuma! Quero sol e calor de uma vez por todas! Pode ser que abril contrarie o ditado e traga isso…

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Aniversário da filha e aniversário de mãe.

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Hoje é dia de festa. A minha primogénita faz 15 aninhos! E eu faço 15 anos de mãe, por isso estou vaidosíssima e não podia estar mais feliz. No entanto, hoje, eu e o pai  não passamos o dia de aniversário com ela, pela primeira vez na vida. Viemos cá baixo a trabalho e ela e o irmão ficaram no norte com os primos e os tios. Teve que ser... Mas ela não ficou sentida. Está nas suas sete quintas! Além disso está desconfiada que vamos levar amigas dela para passar lá os próximos dias connosco. É verdade, vamos mesmo, mas era para ser surpresa. Dei nas vistas com as compras de mercearia exageradas que fiz. 

Acabei de fazer o bolo de aniversário. Aliás, o bolo propriamente dito já o fiz ontem à noite. Usei a receita que já aqui partilhei e pode ser vista aqui. Só a decoração com pasta de açúcar que comprei numa loja da especialidade é que adaptei às características da minha mulherzinha. Tudo muito amador, e além disso tinha poucas cores disponíveis, mas foi feito com muito carinho. Acho que ela vai gostar. O recheio é ovos moles. 

E pronto, é isto! Espero que consigamos chegar ao pé dela com o bolo e as amigas ainda no dia 28 de março. 

Ah, e PARABÉNS para mim, que há 15 anos dei à luz uma filha linda e inteligente que me enche de orgulho. 

 

(Um àparte: acabaram de me ligar de um oftalmologista onde adquiri óculos para mim e para ela há uns meses. Achei o máximo! Era só para dar os parabéns e desejar um dia feliz à minha filha. Uau! Que atenciosos! Nunca me tinha acontecido e achei muito querido. Assim também se cativam clientes, ora bem!)

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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