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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

Em jeito de balanço...

 

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Eu sei que tenho andado um bocado desaparecida. Para além do post diário a que me obrigo, não me põem a vista em cima. Tenho tido a vida a mil, acreditem. O meu trabalho é mesmo assim. Há alturas em que não consigo mesmo conciliar. À noite, que é quando habitualmente escrevo qualquer baboseira com a qual vos presenteio no dia seguinte (grande amiga esta!) , tenho tido só tempo disso (para que não se esqueçam de mim) e de deitar para dormir. Estou estafada! E, convenhamos, o calor que se tem feito sentir também me tem deixado um bocado prostrada. No domingo ainda tive um tempito livre mas, com as notícias do incêndio de Pedrógão Grande, não consegui escrever nada de jeito e fiquei sem vontade de interagir com quem quer que fosse. Fiquei triste, deprimida e passei o dia com a lágrima fácil. 

 

Do trabalho e das ralações que tenho tido não vou falar. Mas enfim, pelo menos hoje dou-vos conta de algumas conquistas dos últimos dias. Anotem aí!

 

  • Em termos profissionais, estou de parabéns, depois de um processo trabalhoso. Foi renovada a confiança no meu trabalho, apesar de algumas jogadas sujas que pretenderam me prejudicar mas sairam furadas. Moral da estória: não é muito fácil fazer-me mal. Sou valiosa demais para que essas pessoas consigam fazer o seu caminho. Bem, e quer isso dizer que me vou manter na liderança da gestão do estaminé nos próximos anos. Espero é ter saúde e energia para cumprir com brio as minhas funções. 

 

  • Em termos familiares, apesar de ter sido um ano difícil como mãe (não tive a disponibilidade desejável para acompanhar os meus filhos no estudo e a resistência em estudar, principalmente dele, foi uma constante), os meus rebentos terminaram com bastante sucesso o ano letivo. Bem, ela é novamente Quadro de Excelência no 10º ano e ele ainda vai fazer os exames de 9º ano, mas penso que não haverá surpresas. Ah, e foi deputado nacional em representação do distrito no Parlamento dos Jovens e, pára tudo!, foi eleito Mister no Baile de Finalistas. É liiiiiiiiindo, o meu rapaz! 

 

E pronto, hoje é este o post possível. Sobre os aspetos tristes da minha existência não escrevo hoje. Outro dia. Hoje não.

 

 

 

Ressaca da quadra festiva

Não apanhei nenhuma piela, não pensem! A ressaca tem a ver com o que comi nesta última semana e que já vi refletido na balança. Sim, enfrentei-a finalmente e não gostei do confronto... 

 

O reveillon correu bem, mas mais uma vez...

 

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Em janeiro tenho mesmo que fazer uma dietazita e emagrecer uns quilitos (tudo assim com diminutivos, que é para ver se com  baby steps ganho coragem e alguns resultados). É verdade! Desta resolução não me posso livrar eu! Senão deixo de gostar de mim, e eu quero gostar de mim.

 

Tenho dito! Começo amanhã! 

 

 

Balanço das mortes de 2016 (parte II)

Continuando com o mesmo assunto (por demais batido, eu sei!) das mortes de 2016, dei uma volta nas redes sociais e trago-vos um pouco de humor a puxar para o mau gosto negro, para encerrar o ano.

 

Bem sei que ainda faltam 2 dias para o ano acabar, mas penso que afinal estamos já em condições de considerar manifestamente exagerada a afirmação de que foi um ano negro para a música. Houve dinossauros que sobreviveram ao fatídico 2016. Senão, vejam!

 

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(Fonte: https://www.facebook.com/The-Hippies-were-Right-131351033605798/)

 

 

Por outro lado, a notícia de última hora da BBC  dá conta de uma tragédia que abalou a indústria musical: Justin Bieber foi encontrado vivo. 

 

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(Fonte: https://www.facebook.com/rudecrudeandsu/)

 

  

Desculpem qualquer coisinha, mas não resisti! 

 

 

Balanço das mortes de 2016 (parte I)

 

Isto de este ano de 2016 estar a ser um ano trágico para a música (e para as artes em geral) é verdade. A importância desse facto para cada um de nós é que é muito relativa. Tudo nesta vida é relativo.

 

Para mim,  2016 será sempre o ano em que morreu a minha mãe... Por isso eu digo, com toda a propriedade, que 2016 não foi, de facto, para mim, um ano muito feliz. Não foi, não...

 

De resto, há uns músicos que eu até aprecio (uns mais que outros) que, infelizmente, também morreram no mesmo ano que ela. Recordá-los-ei sempre pela sua música e também pelo facto de terem partilhado o ano da morte com a minha mãe. E apesar de estes músicos se terem imortalizado pela produção discográfica que deixam, indubitavelmente um grande legado, perdoem-me a franqueza, mas imortal, para mim, será sempre ela! 

 

Fica, no entanto, a minha homenagem.

 

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(Fonte: https://www.facebook.com/Kiss-Kiss-Bang-Bang-369318129821266/?fref=ts)

 

E, já agora, deixo também esta capa da Time que está muito bem conseguida, remetendo-nos para outros nomes cujas vidas foram igualmente ceifadas este ano:  

 

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(Fonte: https://www.facebook.com/rudecrudeandsu/?pnref=story) 

 

 

Balanço da quadra natalícia: a saga das prendas.

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Este ano fizemos contenção de despesas cá em casa. E fizémo-la por várias razões, entre as quais a perspetiva de investir na mudança de casa e a perceção cada vez mais consciente de que estamos a criar os miúdos na crença de que tudo é fácil de obter sem esforço. Esta segunda razão foi definitivamente a que pesou mais na nossa decisão.

 

Ambos queriam como prenda de Natal senão a última versão do iphone, andava lá perto. Era um modelo de um número qualquer XPTO que eu não fixei (acho graça a esta coisa de os modelos irem avançando nos números...). Não receberam nada disso, claro. Receberam presentes mais em conta, que acabaram por ser eles a escolher dentro do orçamento que definimos. E explicámos porquê. Explicámos-lhes que o preço de um telemóvel daqueles ultrapassa o que muitas famílias têm para gerir de orçamento familiar mensal. Explicámos o difícil que deverá ser viver com o salário mínimo e conseguir colocar comida na mesa todos os dias aos filhos e vesti-los com essa miséria de ordenado. Dissemos-lhes que era imoral gastar essa verba num telemóvel, apesar de o podermos fazer.

 

Foram vencidos, mas nem por isso muito convencidos. Esta é mesmo uma geração de insatisfeitos crónicos. Acho que a sociedade devia mesmo pôr os olhos neste problema. É que nós cá em casa resolvemos o problema desta maneira, mas já sei que o próximo passo será os meus filhos nos confrontarem com as prendas recebidas pelo amigo X, Y e Z, que receberam tudo aquilo que eles queriam e até têm más notas e chumbam na escola e eles têm boas notas e blá blá blá. É difícil gerir isto... 

 

 

Balanço da quadra natalícia: a saga da comida (parte II)

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Como se não bastassem todos os crimes alimentares cometidos nesta quadra, ainda me deu um dia destes para insistir num prato que até nem aprecio apreciava. Pois é!  Nesta minha estada no norte, a francesinha conquistou-me.

 

Algo me diz que estava melhor antes... Porque é que eu sou tão teimosa, que nunca desisto? Vão ver! Estou aqui estou a adorar sushi!... 

 

 

Balanço da quadra natalícia: a saga da comida.

Tenho por tradição pessoal engordar 2 quilos nas quadras festivas. Também por tradição, esses quilos desaparecem nas semanas a seguir aos exageros alimentares cometidos. Mas tenho para mim que vai sendo cada vez mais difícil ao meu metabolismo ver-se livre desses quilos indesejáveis. É que a pessoa já não tem 20 nem 30 anos... 

 

Aplicando a arte neste balanço que faço hoje, vou buscar Leonardo da Vinci e Edvard Munch e diria que é basicamente isto:

 

Eu antes e eu depois do Natal (notem que antes também já não era nenhuma trinca-espinhas):

 

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Eu quando subir a uma balança (o que por agora vou evitar):

 

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 Alguém??? 

 

(Fonte das imagens: https://www.facebook.com/ArtesDepressao/)

 

 

 

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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