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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

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É oficial! O melhor do mundo sempre lá teve que comprar os gémeos...

 

 

Cristiano Ronaldo, no seguimento da derrota no jogo de ontem, Portugal-Chile, e consequente regresso a casa, assumiu publicamente, nas redes sociais, o nascimento dos gémeos. Eu não disse que isto ia acontecer? Onde é que já se viu o melhor do mundo não ter gémeos?! Deus me livre! 

 

Já sabem o que penso deste assunto e a minha teoria sobre o "negócio" dos gémeos, a moda dos gémeos, o capricho dos gémeos entre os "rich and famous". Recordem aqui, aqui e aqui (É pá! Apercebi-me que este terceiro post, especialmente, está um "must". A gaja até escreve umas coisas engraçadas!).

 

Não vou bater mais no ceguinho. I rest my case. Mas que, mais uma vez, posso dizer (como o outro) que nunca me engano e raramente tenho dúvidas,  lá isso posso! 

 

 

O poder de um sorriso.

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Mais um domingo que começa com futebol, daqui a nada no jogo do pequeno adolescente cá de casa. Parece-me muito bem.  Adoro! E ele tem jogado que é um espetáculo, a distribuir jogo e a marcar golos. Um verdadeiro patrão, este capitão de equipa! 

 

Continuamos com sorrisos, por aqui, apesar de a hibernação ter sido só de uma noite compriiiiiida. Espero que por aí também sorriam bastante hoje. Bom domingo! 

 

(Fonte da imagem: https://www.facebook.com/sarcasmLOL/)

 

 

Domingo na bola ("Alservando..." # 2)

No domingo, a seguir ao almoço, decidimos ir ver o jogo do Benfica com o Nacional. Todos os anos vamos ver pelo menos um jogo do glorioso. E aí vai a gente, toda lampeira, quase em cima da hora e sem saber se haveria bilhetes disponíveis nas bilheteiras. Bem, sabíamos que na "candonga", às portas do estádio, costuma haver...

 

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Apanhámos algum trânsito ali ao pé deste grandioso edifício que podem ver na imagem acima. Afinal, a malta não vai a Lisboa só para ver o Benfica, que isso é para os adeptos fanáticos. Com o trânsito no "para arranca" ainda deu tempo para tirar uma fotografia a este outro grande edifício. Não se vê muito bem, porque está um bocado tapado pelo prédio aqui em frente, mas digam lá se o edifício... da NOS não é bonito! 

 

E lá chegámos a tempo ao estádio da luz. Afinal havia bilhetes nas bilheteiras. E conseguimos sair vivos das investidas dos vendedores de autocolantes e cachecóis. Uma senhora espetou-me um autocolante ao peito e pediu-me uma moeda, ao que eu respondi que não lhe tinha pedido autocolante nenhum. Arrancou-me aquilo com uma gáspea que só visto! Fiquei também a saber que a frase "A culpa é do Benfica" já domina os cachecóis à venda a 5€. Ser tricampeão aparentemente já não chega para os cachecóis... 

 

Lá dentro, durante o jogo, nada de novo: um público que vai para ali aliviar a tensão acumulada, com "foda-ses" e "cabrões" e "filhos da puta" e assobios sempre que há alguma decisão do árbitro contra o Benfica. Passei o jogo a levar com os impropérios e o fumo do tabaco de um indivíduo mesmo à minha frente. Ao lado dele, uma senhora também muito fumadora que só sabia dizer numa voz esganiçada muito provavelmente aquilo que ela conhece do futebol, que é que se chuta uma bola. Sempre que um jogador do Benfica tinha a bola, "chuta chuta chuta" e "aiiiii" e "iiihhhh" e "ohhhh", e levantava o braço numa espécie de saudação nazi sempre que em uníssono se ouvia "Benfiiiiica". 

 

Ó ali em baixo um dos cigarros assassinos! A voz assassina da mulher está mesmo ao lado, mas é baixinha, não se vê. A mulher, claro! A voz era outra estória... Ainda hoje ecoa nos meus ouvidos. 

 

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Isto para dizer que cada vez me convenço mais que a maior parte das pessoas não vai ao futebol pela beleza do desporto em si, mas sim para obter um conforto de ver a sua equipa ganhar. E se não ganhar, pelo menos é uma forma de descarregar o stress. Parece uma batalha campal. Uma arena romana, onde lá em baixo lutavam os gladiadores e o povo assobiava e apontava a mão fechada com o polegar para baixo de vez em quando ao coitado do árbitro, como se fazia quando se desejava a morte do gladiador derrotado, em pleno império romano.

 

Eu aprendi a gostar de futebol vendo os jogos do meu filho ao fim-de-semana, desde os seus seis anos. Aliás, desde pequena convivi com futebol porque o meu pai levava-me à bola ao domingo, de vez em quando. Mas não gosto nada destas coisas que dominam o futebol. Quanto ao Benfica, ganhou por 3-0, como sabemos, e voltou a liderar a tabela. Vamos lá ver se se aguenta lá até ao final do campeonato. Espero que sim. Mas não sonho com isso de noite...

 

 

 

 

Feriado com sabor a rotina...

... pelo menos na parte do cumprimento de horários! 

 

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Acordo todos os dias de trabalho às 7 horas da manhã.

 

Hoje, feriado, poderia ficar a dormir, mas não fiquei! O filho tinha que ter jogo de futebol. Tem habitualmente ao domingo, mas hoje também há. E, por isso, cá estou eu, a pé como em todos os outros dias da semana.

 

Só ao sábado é que posso, se quiser, dormir mais um bocadinho. Mas querem saber o mais engraçado? O organismo deve ter-se habituado à rotina de acordar cedo, que nem ao sábado usufruo de muito mais tempo na minha rica caminha. Está visto que sou madrugadora por natureza. Acredito naquela frase daquela grande pensadora  (verdade seja dita, a toque de álcool e afins), Janis Joplin: "When you sleep you lose the party" (foi ela, não foi?). Há tanto para viver e nós, seres humanos, passamos demasiadas horas a dormir. Definitivamente, perdemos muito da festa, deixamos de desconstruir muitos paradigmas. 

 

Por outro lado, há dias em que gostaria de ser daquelas pessoas que fazem autênticas curas de sono, quando podem. Acho que já precisava de uma... 

 

Bom feriado! 

 

 

 

Step by step!

Contou-me o M que, naquelas entrevistas aos adeptos antes do jogo do Benfica com o Nápoles, dizia um:

"Os ingleses é que têm uma boa expressão para isto: "step by step".

 

 

Realmente! Porque é que nós não temos uma língua rica como a inglesa? Quem é que se ia lembrar de... como é que hei de traduzir?... "passo a passo"? Porque é que nós vamos pelo óbvio tipo "grão a grão"?

 

  

 

Esta nem o Jorge Jesus!

 

 

Começou a época

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 (Créditos na imagem)

 

 

Falo de futebol, pois claro.

 

Hoje de manhã lá fui eu assistir ao jogo do meu "Messi". Está a jogar bem que se farta, o gajo! Sai ao pai, que também jogou à bola na equipa cá da terra, tal como o filho agora joga. Diz quem sabe que ele era bom, um tecnicista. Acho que o filho faz justiça à habilidade do pai. Até já foi chamado para fazer um treino no Benfica, atenção! Já jogou na posição de avançado, mas agora está a jogar a médio. Distribui jogo, é uma espécie de patrão da equipa. Hoje marcou um golo de fora da área, um "chapéu" irrepreensível. Que orgulho! 

 

Adoro ir à bola ver o meu filho. E ele adora jogar à bola. Joga aqui na equipa da terra, uma terra pequena onde não há assim tantos jogadores e muitos deles, uns após outros, foram saindo para outras equipas de terras maiores aqui à volta. Agora a equipa do meu filho está com dificuldade em ter jogadores suficientes e corre o risco de não conseguir cumprir a época. Estou triste por isso, porque sei que ele também ficará, se tiver que deixar de jogar. Estou triste e indignada com a atitude dos pais que se deixaram levar pelos caprichos dos filhos em querer ir jogar para outras equipas, deixando os companheiros de equipa de longa data, da equipa onde desde sempre frequentaram as escolinhas de futebol, em perigo de ficar sem jogar. E tudo só por vaidade de ir para uma terra maior. Acabaram por ir todos para equipas de cidades, mas que estão na segunda e terceira divisão distrital, deixando a equipa cá da terra que, vejam bem, está na primeira divisão distrital. Ainda se fossem jogar no campeonato nacional, com o sonho de virem a ser jogadores profissionais de futebol, eu até entendia... Agora assim... Alguns até têm ficado no banco! Inteligentes!!! Vá-se lá perceber?! 

 

O ser humano continua a surpreender-me. Para mim estas que descrevo são atitudes de labregos, de pacóvios que se sentem inferiorizados ou envergonhados das suas raizes rurais.  Eu teria vergonha é de ensinar os meus filhos a ter atitudes destas, a olhar só para os seus umbigos. Por isso é que, cada vez mais, os jovens são seres insatisfeitos, narcisistas e sem empatia pelos sentimentos dos outros. A deslealdade, a traição (para mim é disso que se trata!) permitida pelos pais, hoje é no futebol,... amanhã será em quê? 

 

O futebol, como outros desportos coletivos, é uma atividade tão importante para o crescimento dos miúdos, ao nível físico, mas também ao nível social, em termos de aprendizagem de valores, da vivência do espírito de equipa, da noção do coletivo, do respeito pela autoridade. Estes pais que estiveram tão dispostos a fazer todas as vontades aos filhos (neste caso, até as promoveram!), estragam tudo num ápice. Ignorantes! Por estas e por outras é que vou perdendo a fé na humanidade...

 

Mas, por outro lado, sinto-me feliz de ter um filho que, com tudo isto a acontecer, não se deixou influenciar e nunca sequer sugeriu mudar de equipa. Um filho que é leal à sua equipa de sempre, mesmo correndo o risco de ficar sem jogar. Meu rico filho! 

De empate em empate ainda somos campeões!

Pois é! Vamos avançando neste europeu sem saber bem como... Que se lixe! Eu quero é que sejamos campeões! 

Um parêntesis, que é uma curiosidade: dei uma volta pelas redes sociais e, pasme-se, as conversas pós-jogo com a Polónia não versam sobre o Ronaldo. Nem as Ronaldettes hoje se desdobram em argumentos a favor do desempenho do seu ídolo. Não é normal... Ah, só se for porque reincidiu em mandar uma bola à barreira num livre (já não me lembro de ver um livre dele bem marcado!), conseguiu novamente não acertar com o pé na bola mesmo em frente à baliza,... Enfim, não está realmente a passar uma boa fase, e nem as Ronaldettes têm condições para contrariar esta evidência. Infelizmente! Oxalá até ao final do Euro eu possa engrossar o coro das Ronaldettes na defesa do nosso capitão. Por outro lado, os outros "rapazes" que também são importantes em todos os resultados da equipa, e que são muitas vezes esquecidos com essa obsessão com o Ronaldo, também merecem estar no centro do nosso orgulho lusitano. Boa equipa! Viva Portugal! 

Ronaldettes

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Em dia de jogo dos quartos de final entre a Polónia e Portugal (que eu aguardo ansiosamente!), não falemos de futebol. Falemos antes de um fenómeno que tenho observado e que não tem nada a ver com futebol (já aqui disse que tenho uma apetência especial para observar comportamentos humanos?).

Existem em Portugal uns seres especiais que muito apropriadamente vi alguém chamar pelo nome de "Ronaldettes". São cada vez mais e mais ferozes, estes que defendem o seu ídolo melhor do que se da própria mãe se tratasse. Ao ponto de até se destruirem amizades em nome dessa defesa (subjacente a este comportamento está uma assumção de que o nosso capitão é um coitado que precisa de defesa, mas enfim...). Este é um fenómeno que, digo eu, até  seria passível de um estudo sociológico.   

 

Mas o que é ser "Ronaldette"? Ser um(a) "Ronaldette" à séria é:

• ser aquele(a) que defende com unhas e dentes todos os desempenhos do Ronaldo, sejam bons ou maus e desvaloriza e desculpabiliza-o pelos maus;

• trazer para a discussão sobre a sua qualidade como jogador as suas qualidades enquanto ser humano, como seja o facto de ter crescido sozinho, longe da família, de ajudar os pobres, de ser lutador,... Bem, eu digo que se os argumentos que têm que entrar na equação para descrever o seu desempenho dentro das 4 linhas são esses, então é mau sinal...;

• atribuir a responsabilidade de todas as vitórias ao Ronaldo e em relação às derrotas dizer que a equipa não o ajudou (dizia no outro dia um colega: "é preciso uma "aldeia" inteira e não só o melhor do mundo". WTF! Então eu pergunto: esse mesmo argumento não deveria servir para dar louros a TODA a equipa quando ganha?);

• dizer, com manifesto orgulho lusitano, que ele é o melhor do mundo porque é português e ponto final, independentemente de tudo o resto. Neste ponto só digo: quem dera que o povo português se unisse noutros assuntos nacionais de seu interesse como faz com o Ronaldo e o futebol...;

• alimentar a rivalidade Ronaldo vs Messi até ao vómito e descrever o Messi como sendo uma nulidade, e que não é português e a sua situação fiscal, e agora também falhou um penalti, bem feita!, e por aí fora. Mas porque é que o povo tem que empurrar para baixo um para valorizar o outro (e isto não acontece só no futebol!)? Dizer que o Messi não tem qualidades? Como é possível? É só possível porque as pessoas só vêem aquilo que querem ver! Ponto!

As características da espécie não se esgotam aqui, mas já chega por agora.

 

Mas que não restem dúvidas! Eu cá quero que o Ronaldo seja efetivamente o melhor do mundo! Quem dera que ele contribua largamente para a nossa vitória mais logo! É o que todos queremos. Mas, para quem gosta verdadeiramente do desporto-rei, mais importante do que discutir e comparar pessoas, é ver jogar bem à bola, seja o Ronaldo, o Messi, o Quaresma, ou outro qualquer. Até porque essa pressão constante não penso que ajude nada ao desempenho dos jogadores. 

 

Em relação ao Euro, tenho seguido os jogos e sou daqueles que tem confiança que podemos seguir em frente. É certo que a sorte tem estado do nosso lado, também. Quem sabe, pode ser que, com a conjugação de vários fatores e com muita sorte, cheguemos à final. E quem sabe, ao contrário do que aconteceu com a Grécia em 2004, seremos finalmente campeões europeus?! Eu acredito! 

Futebol, o ópio do povo...

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Aprendi a gostar de futebol. Mas não foi amor à primeira vista...

 

O contacto com esta modalidade foi-me dado, logo em pequena, pela mão do meu pai. E também foi ele que me fez benfiquista. Agradeço-lhe muito isso, por acaso!  Como não teve filhos homens, eram as filhas que eram arrastadas para a "bola" ao domingo. Nessa altura, confesso que era um sofrimento gramar horas no estádio lá da terra, a ver a equipa local jogar, no meio de homens, sem perceber muito bem o jogo e as conversas. Não era mesmo coisa que me alegrasse por aí além.

 

Mais tarde, com o M. e, muito especialmente, a partir do momento em que o meu filho começou a jogar à bola, o futebol passou a fazer parte da minha/nossa vida. Uma parte bem importante da nossa vida, por acaso. Ao ponto de hoje em dia, quando a época acaba, chegar a ter saudades de ir à bola ao fim-de-semana. Felizmente, nesta altura do ano, vamos tendo futebol na televisão (ora o Euro, ora o Mundial), e a pessoa vai-se entretendo assim. 

 

Isto para dizer que não sou nenhuma expert na matéria (longe disso!), mas aprecio futebol à minha maneira e já vou percebendo alguma coisa, pouca. E sou obviamente uma "sócia concentradíssima" no sucesso da nossa seleção!

Uma coisa é certa: não sou daqueles(as) adeptos(as) que só vêem futebol quando joga Portugal e que, contas feitas, nem sequer gostam de futebol. Para esses adeptos cíclicos ou intermitentes de futebol, o futebol é só uma forma de se sentirem incluídos, fazerem parte do grupo, sentirem-se um daqueles onze milhões que são de tempos a tempos convocados a apoiar incondicionalmente a seleção. Por isso é que estes adeptos são tão exigentes, já que para muitos é com as vitórias da sua equipa que alcançam a realização que muitas vezes lhes escapa noutras áreas da vida. A sensação de fazer parte dos vencedores é gratificante... Se fizermos a analogia com a política, é ou não certo que o Zé Povinho tem tendência para votar num possível vencedor, e por isso é que ganham sempre os mesmos partidos? Teorias minhas...

Voltando ao desporto-rei, e particularmente à nossa seleção, vemos que de vitória em vitória (connosco foi mais de empate em empate, mas adiante, que a eficácia foi a mesma!) anda o povo feliz e vai-se esquecendo dos problemas da vida. Alienação total! 

 

Eu própria tenho andado maluca com isto e tenho tentado acompanhar o máximo que posso deste Euro. Sobretudo, tenho vibrado com os avanços da nossa equipa. Estou já ansiosa pelo jogo de amanhã com a Polónia e quero Portugal nas meias finais e depois na final. Quem sabe, até seja campeão! Gostava tanto de ver o Fernando Santos por França até essa altura, como ele disse que aconteceria. Fizeram-se logo piadas, mas eu cá gostei de ver tanta confiança nos jogadores demonstrada com essa afirmação. É assim mesmo! Portugal allez!  

 

A bela da sardinha, sol e mar.

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Este fim-de-semana fizemos o nosso primeiro dia de praia, os quatro, em família. Lá comemos a bela da sardinha assada acompanhada por uma fresca salada com pimentos e regada por uma fresquíssima sangria de vinho tinto (os adultos, claro!). Afinal, esta é a altura ideal para comer sardinhas, em época de Santos Populares. "No S. João, a sardinha pinga no pão", não é assim? Gosto tanto!

 

O que eu adoro sentar-me numa esplanada à beira-mar para almoçar, nos dias quentes de Verão! Basicamente é mesmo a parte que gosto mais nos dias de praia, no verão, mesmo em tempo de férias. Cansa-me um bocado estar na praia de papo para o ar e também não gosto das atividades de praia. Ora tenho calor, ora tenho frio, as pessoas amontoadas como sardinhas em lata e a areia fazem-me confusão, acho a água fria para mergulhar (salvo raras exceções!), não me sinto bem em roupa de praia (uso biquini e tudo, mas sinto-me sempre a mais gorda, a mais "desengonçada", a que tem mais celulite, eu sei lá...). Sempre fui um bocado complexada em relação ao meu corpo e neste campo nem a idade nem ter um amor correspondido e feliz de 26 anos, um marido que me faz sentir bonita, amada e desejada, dizia, nem isso tem ajudado muito. Bem, mas este é só mais um dos meus dramas... Tenho vários! 😕

 

Voltemos ao dia de praia. Estava bastante vento. Só o M. é que foi à água. Ele vai sempre, nem que a água esteja gelada. É doido por mergulhar no mar, adora praia e ondas. Os miúdos também. Eu cá gosto mais de águas quentinhas e calmas, se possível partilhadas com pouca gente. 

 

Enfim... Acabou por ser um bom dia de praia, uma excelente preparação da função cardíaca para o jogo de Portugal com a Croácia desse dia à noite. 😂 Felizmente o dia terminou com a nossa vitória, com muita sorte à mistura! Acabou mesmo por ser um dia em grande. 😊

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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