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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

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12 desafios para 2018

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Ora cá está um desafio complicado. Todos sabemos que quase nunca cumprimos as resoluções de ano novo. Talvez por isso mesmo é que lhes chamaram desafios, não é Fátima? O que me foste arranjar a esta hora? (escrevo este post às 17h do dia 31 de dezembro, quando devia estar a embonecar-me para a pda de logo à noite...)

 

Bem, cá vai. Mas tenho a sensação de que vou utilizar todas as prerrogativas de batota permitidas.

 

Vejamos, então. Em 2018 quero:

 

1 - Somar mais um ano com saúde, eu e os meus. Isto é, sem dúvida, o mais importante;

 

2 - Levar uma vida o mais saudável possível, o que incluirá caminhadas, uma alimentação cuidada, controle dos nervos (eu tenho o sistema nervoso, não sei se já tinha dito?! LOL);

 

3 - Ter paz familiar o mais possível. Que na minha casa impere o amor, a tolerância e uma sã convivência familiar. Que haja mais abraços. Que eu encontre as melhores formas para lidar com a adolescentite (a dobrar) cá de casa. 

 

4 - Encontrar motivos para sentir o meu trabalho como desafiante, motivante e compensador. No fundo, gostaria de me sentir profissionalmente realizada, senão sempre, pelo menos a maior parte do tempo. Gostaria de me sentir feliz de saltar da cama para ir trabalhar todas as manhãs, que o trabalho não seja percecionado simplesmente como uma obrigação na maior parte dos dias. Que não passe a semana a pensar no fim de semana. (Às vezes o ânimo no trabalho esmorece, se é que me entendem);

 

5 - Começar finalmente construir a tal casa dos meus sonhos, aquela que tenha uma sala grande, com um grande pé direito e com uma escadaria e, claro, com um walk in closet no meu quarto. Ai ai!... (Eu, sonhadora...);

 

6 - Viver menos "agarrada" às redes sociais. Prestar mais atenção e dar mais importância ao que me rodeia;

 

7 - Ler muito, ler sempre, ler todos os livros que ainda não li e gostaria de ler;

 

8 - Escrever qualquer coisita aqui no estaminé, sem pressão nem pressa, quando me apetecer, para não me cansar deste cantinho;

 

9 - Falar mais baixo ;

 

10 - Perder aí uns 6 a 8 quilos, pelo menos ;

 

11 - Usar sempre, no banho, o massajador para ativar a circulação nas coxas e evitar a retenção de líquidos e a celulite.  (Atenção que estou a ser literal! Não pensem em malandrices!) Fazer também abdominais todos os dias ;

 

12 - Sexo.   (Agora é que entra esta parte) Assim todos os santos conservem o amor, o desejo, a tesão líbido e a saúde mental e física do M e a minha, amém! 

 

Olha, afinal não fiz batota! Quer dizer, faço só um bocadinho ao não estabelecer metas quantificáveis para muitas das resoluções. Mas para isso já bastam as metas que estabelecemos no trabalho, não é? 

 

Um ótimo 2018 a todos, pleno de realizações!

 

 

Isto não são resoluções! São manifestações de interesse!

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 (Fonte: na imagem)

 

Já disse hoje aqui que não quero fazer resoluções que por norma não cumpro. Quero só continuar a ser uma pessoa de vontades, daquelas vontades que me dão força para continuar em frente, com a energia anímica que tem caracterizado a minha vida e que sinto estar a escassear nos últimos tempos.

Quero entrar em 2017 bem disposta e feliz.

Quero enfrentar este ano que aí vem com otimismo, amizades sinceras e leais, novos projetos. Sou sempre um "eu melhorado" quando estou empenhada num projeto: inspiro os outros em meu redor, lidero melhor equipas, alegro o ambiente de trabalho e sou também eu mais feliz.

Quero gostar mais de mim a cada dia.

Quero continuar a amar e a ser amada.

Quero manter o desejo aceso no meu casamento e quero abrir o ano em grande logo na primeira noite. Há lá melhor maneira de iniciar um ano?! (Até me estou a guardar até lá, qual virgem até ao casamento! A cuequinha será azul por causa daquela cena da saúde, mas atenção: é sexy, não é cá nenhum saco de batatas )

Quero ir buscar coragem para enfrentar esta estação triste aos dias soalheiros de inverno, enquanto anseio a vinda dos dias primaveris de março e as flores de maio. 

Quero festejar, com saúde, o meu aniversário e os aniversários dos entes queridos e as datas festivas.

Quero que as minhas maleitas sejam brandas comigo em 2017.

Quero voltar dos exames de rotina que farei brevemente mais uma vez com esperança redobrada num futuro a perder de vista que me permita ver os meus filhos criados e, se possível, conhecer os meus netos.

Quero assistir a todos os concertos que valham a pena em 2017.

Em agosto quero poder gozar em pleno das férias de verão, fazer praia, passear em família, fazer jardinagem.

E quando chegar o outono, sentir-me revigorada para enfrentar novamente as estações cinzentas e tristes, iniciando um novo ciclo.

E se tiver razões para chorar em 2017, que o faça, mas que tenha também motivos para me lembrar rapidamente de tudo de bom que tenho na vida e de todas as razões para sorrir, que me levante e vá abraçar algum ente querido mais próximo.

Quero abraços, muitos abraços. Adoro abraços. 

 

E pronto, é mais ou menos isto. Coisa pouca... 

 

A vocês desejo também pequenos nadas como estes, que são tudo! Um excelente 2017, amigos!

 

 

 

Novo ano, novo eu? Deve ser, deve!...

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(Fonte: https://www.facebook.com/innocenselost/?fref=ts)

 

 

O que querem que vos diga? Cansa-me esta coisa das resoluções de ano novo que nunca ou muito raramente se cumprem. O que não quer dizer que eu não gostasse de mudar algumas coisas na minha vida. Por exemplo:

 

Gostava de ser nais descontraída na educação dos meus filhos.

 

Desejo muito que se concretize a mudança de casa.

 

Far-me-ia bem ter uma alimentação mais cuidada e fazer exercício físico.

 

Adoraria emagrecer alguns quilos. Eu até ia bem lançada, mas acho que já não vou a tempo este ano. Mesmo assim, dos 5 quilos que queria perder este ano já só faltam 7 ou 8. Que tal? Bem bom, hã?

 

Para não falar no desejo de ter saúde, e esse não controlamos...

 

Enfim... acho que já tive provas suficientes para perceber que não é por mudar o ano que tudo isso vai acontecer. Por isso, nada de resoluções este ano. Prefiro chamar-lhes eventuais promessas ocasionais a mim própria, as quais eu não tenho obrigação legal de cumprir! 

 

 

 

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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