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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

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Coisas para se fazer no calor?

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Bem, perante um desafio destes o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi "Mas... o que é que eu hei de escrever para além daquilo que é óbvio? Tipo: ir à praia e assim... Mas isso toda a gente dirá! Olha, vamos ver o que sai... Acho que vou meter, literalmente, muita água..."

 

  • Praia, piscina, rio, tanque, banheira e tudo o que tenha água. Até lavar a loiça à mão ou lavar as sanitas sabe bem no calor. 
  • Regar o jardim com uma mangueira e à medida que o fazemos, irmo-nos refrescando também. Não quero com isto criar nas mentes nenhuma imagem de t-shirt molhada nem nada disso, atenção! Este é um post sério!
  • Almoçar, jantar ou simplesmente beber uma bebida refrescante numa esplanada enquadrada por um cenário bonito (se for a ver o mar, melhor!).
  • Passear de carro (o M a conduzir), em estradas predominantemente arborizadas, a sentir o vento na cara (se o vento for muito quente, prescinde-se dele e faz-se uso do ar condicionado. Desde que o cenário seja bonito, tá-se bem)
  • (Esta vai chocar alguns) Acordar cedo para aproveitar o fresco da manhã para desempenhar as tarefas necessárias à rotina familiar. Da parte da tarde, vegetar. Isto em férias, claro!
  • Viver e fazer-se acompanhar de um sorriso mais constante do que no inverno. Sou sem a menor sombra de dúvidas mais feliz no verão!
  • (Adivinhem a última) Sexo! Não podia cá faltar! Não há dúvidas de que o calor aumenta a líbido. Vem nos livros... 

 

 

 

12 desafios para 2018

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Ora cá está um desafio complicado. Todos sabemos que quase nunca cumprimos as resoluções de ano novo. Talvez por isso mesmo é que lhes chamaram desafios, não é Fátima? O que me foste arranjar a esta hora? (escrevo este post às 17h do dia 31 de dezembro, quando devia estar a embonecar-me para a pda de logo à noite...)

 

Bem, cá vai. Mas tenho a sensação de que vou utilizar todas as prerrogativas de batota permitidas.

 

Vejamos, então. Em 2018 quero:

 

1 - Somar mais um ano com saúde, eu e os meus. Isto é, sem dúvida, o mais importante;

 

2 - Levar uma vida o mais saudável possível, o que incluirá caminhadas, uma alimentação cuidada, controle dos nervos (eu tenho o sistema nervoso, não sei se já tinha dito?! LOL);

 

3 - Ter paz familiar o mais possível. Que na minha casa impere o amor, a tolerância e uma sã convivência familiar. Que haja mais abraços. Que eu encontre as melhores formas para lidar com a adolescentite (a dobrar) cá de casa. 

 

4 - Encontrar motivos para sentir o meu trabalho como desafiante, motivante e compensador. No fundo, gostaria de me sentir profissionalmente realizada, senão sempre, pelo menos a maior parte do tempo. Gostaria de me sentir feliz de saltar da cama para ir trabalhar todas as manhãs, que o trabalho não seja percecionado simplesmente como uma obrigação na maior parte dos dias. Que não passe a semana a pensar no fim de semana. (Às vezes o ânimo no trabalho esmorece, se é que me entendem);

 

5 - Começar finalmente construir a tal casa dos meus sonhos, aquela que tenha uma sala grande, com um grande pé direito e com uma escadaria e, claro, com um walk in closet no meu quarto. Ai ai!... (Eu, sonhadora...);

 

6 - Viver menos "agarrada" às redes sociais. Prestar mais atenção e dar mais importância ao que me rodeia;

 

7 - Ler muito, ler sempre, ler todos os livros que ainda não li e gostaria de ler;

 

8 - Escrever qualquer coisita aqui no estaminé, sem pressão nem pressa, quando me apetecer, para não me cansar deste cantinho;

 

9 - Falar mais baixo ;

 

10 - Perder aí uns 6 a 8 quilos, pelo menos ;

 

11 - Usar sempre, no banho, o massajador para ativar a circulação nas coxas e evitar a retenção de líquidos e a celulite.  (Atenção que estou a ser literal! Não pensem em malandrices!) Fazer também abdominais todos os dias ;

 

12 - Sexo.   (Agora é que entra esta parte) Assim todos os santos conservem o amor, o desejo, a tesão líbido e a saúde mental e física do M e a minha, amém! 

 

Olha, afinal não fiz batota! Quer dizer, faço só um bocadinho ao não estabelecer metas quantificáveis para muitas das resoluções. Mas para isso já bastam as metas que estabelecemos no trabalho, não é? 

 

Um ótimo 2018 a todos, pleno de realizações!

 

 

A outra coisa de que eu gosto mais do que tudo no mundo (sem contar com pessoas)

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Este é, a par do assunto de segunda-feira , dos maiores prazeres que tenho, meus amigos. Na turma da Mónica, eu seria a Magali, ok? Só para terem uma ideia, até da comida de hospital eu gostei, das vezes que por lá passei. Efetivamente, eu como com prazer. Gosto de comer e aflige-me quem não se delicia com um belo prato de comida tradicional portuguesa. Costumo dizer que "quem não é para comer, não é para trabalhar". E, digo-vos mais: não me inspiram confiança as pessoas que não gostam de comer. Tenho dito!

 

Obrigada, O meu maior sonho! Estava a ver que ninguém me nomeava para falar de comida. 

 

Basicamente, porque gosto de sair do risco e fugir às convenções até nas coisas mais estranhas como seja um desafio formatado que circula na blogosfera, despacho o assunto assim:

 

No que diz respeito a comida, acho que gosto de tudo o que experimentei até hoje, à exceção de sushi. Não me venham com merdas tretas, que isso não é nada ao pé de um bom cozido à portuguesa, de uma bela feijoada ou tripas à moda do porto ou até de frango assado ou de cabidela, bacalhau, iscas ou favas com entrecosto.  Não há como a gastronomia portuguesa!

 

Gosto desde legumes, a fruta (gosto de todas, mas adoro melancia, abacaxi, clementinas, cerejas, frutos secos), a peixe, a carne, a doces (principalmente os que levam doce de ovos), a chocolate (principalmente do negro). O pão é talvez o meu maior calcanhar de aquiles. Como mais do que deveria. Gosto muito desde comida tradicional portuguesa a fast food. No dia-a-dia, tento variar a alimentação, até para impor também bons hábitos aos meus miúdos. Hoje em dia, aprendi a comer mais vezes durante o dia e a beber mais água. Para além das refeições principais (pequeno-almoço, almoço e jantar), faço lanches ao meio da manhã e da tarde. 

 

Que conversa é essa de perguntar o peso a uma senhora? O peso é como a idade: informação interdita!  Tem que ser, né? Tenho um problema com o qual convivo desde sempre: tendência para acumular no corpo e na balança aquilo que como.  Por isso é que, desde que me lembro, tento contrariar a minha compulsão para comer. Ou seja, controlo um bocado o que como e a quantidade que como, mas já fui mais fundamentalista. Por isso é que peso mais do que gostaria: 66kg.  Gostava de perder esses 6kg e manter-me na barreira dos 60kg, mas ultimamente não tenho feito nada para isso. Basicamente, sou como aqueles que querem ganhar o Euromilhões mas não jogam.  Que se lixe! Agora talvez na Primavera! Também não sou assim desengonçada, nem concentro a gordura toda num sítio. Sou só mais revestidinha por inteiro, pronto. 

 

Pronto! Acho que está cá a resposta a tudo. Quanto a nomear, a bem dizer, quem é que ainda não foi nomeado para este desafio???  

 

 

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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