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M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

M(ã)emórias da Maria Mocha

Blogue pessoal que aborda o universo feminino, maternidade, adolescência, resiliência, luta e superação do cancro, partilha de vivências, vida familiar e profissional... e alguma reflexão com humor à mistura.

Felicidade doméstica é...

 

 

... encontrar, de uma assentada só, os pares de duas peúgas, DUAS!, esquecidas há meses no cesto da roupa para passar a ferro à espera dos respetivos pares. Já estava quase a desistir de as encontrar e, de repente, numa máquina de roupa lavada, pimbas! Duas de uma vez!

 

Sou a mulher mais feliz do mundo! Continuo sem perceber o fenómeno do desaparecimento das meias no processo de lavagem, mas pronto... 

 

 

 

 

 

 

Esta vida glamorosa...

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Ontem tirei o dia para organizar a casa. Vejam bem que tristeza! Faltar ao trabalho para... trabalhar! Tchhh!...

 

Conciliar a vida de mulher profissional, dona de casa e mãe não é fácil e se quero passar algum tempo relaxado em família ao fim-de-semana, tenho que fazer assim de vez em quando, principalmente quando a casa já começa a ficar desorganizada ao ponto de me começar a dar ânsias (sim, sou muito atreita às ânsias... ). E não, o M não faz quase nenhuma tarefa doméstica. Tem outras atribuições e ainda menos tempo que eu. E não tem jeitinho nenhum! Quando vem para ajudar acaba sempre por atrapalhar mais do que outra coisa. E verdade seja dita que eu também sou um bocadinho dominadora, mesmo nas tarefas domésticas (esqueci-me de referir também esse transtorno  aqui, por acaso ). 

 

Portanto, se cairam na minha esparrela cometendo o erro de abrir este post, ainda estão a tempo de virar costas porque o que tenho para contar hoje a propósito do meu dia de ontem é nada mais nada menos que uma sequência interessantíssima de tarefas domésticas cumpridas:

fazer máquinas de roupa à doida que o tempo estava bom e ajudou a secar,

passar a ferro,

mudar a roupa das camas,

separar calçado que já não serve ao caçula para colocar no contentor para roupa usada,

limpar,

fazer a sopa para os próximos dias nos quais devo ter horários estendidos e assim pelo menos sopinha já haverá,

e por aí adiante. Um fartote de gozo. Uma vida de glamour, é o que eu vos digo! 

 

Certo é que cheguei ao fim do dia estafada. Ao ponto de não ter ânimo para produzir qualquer coisa melhor que esta espécie de post. Desculpem... Vocês merecem melhor, de facto.

E também por conta do meu cansaço, acabámos por não ir caminhar outra vez, o M e eu. Logo ontem! Não sei se vos disse que íamos começar a época ontem?! Que chatice... Ontem é que era! Tchhh!  

 

Das estórias de encantar e da vida real...

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 (Imagem que circula por aí, de modos que já não consigo atribuir os créditos...)

 

 

Em conversa com umas amigas sobre o conhecimento que tivemos de um casal que ia a tribunal devido a acusações de violência doméstica por parte do marido à mulher (felizmente cada vez mais casos vão a tribunal, o que me leva a pensar que as mulheres - são elas as maiores vítimas - vão-se recusando cada vez mais a viver com a violência doméstica em silêncio):

 

Amiga A: "Já viram esta situação? Que besta!"

 

Amiga B: "Pois é! Temos que valorizar os maridos que temos. Somos umas princesas."

 

(Parou!

Diz lá outra vez...

Processa, Maria, processa...

É facto que tenho um marido que me trata bem... Agora, princesa??? Tendo em conta que, em casa, eu sou pau para toda a obra, sinceramente não me parece que enquadre nesse tipo de personagem das estórias de encantar...)

 

Eu : "Bem,... eu sou mais a Gata Borralheira que não tem fada madrinha que a eleve ao estatuto de Cinderela." E, continuando com a linguagem das estórias de encantar: "Mas pelo menos ele não é um Sapo*. É um príncipe! Nem tudo é mau..."

 

Galhofa geral! 

 

Os contos e as fábulas a imitarem a vida real... ou o inverso...

 

* Sem ofensa para o nosso Sapo!

 

 

Toda partidinha, mas feliz!

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Aquela perspetiva de uma curta viagem até à praia de que falei, com estada de uma noite e tudo, não se concretizou. E assim, cá estou eu dentro de portas, com um dia primaveril tão lindo lá fora. A dita foi inviabilizada por um teste de Matemática que necessita de preparação e estudo. Ser pai/mãe/educador também é isto. Fazemos planos para uma escapadinha num fim-de-semana em que finalmente o craque não tem jogo e ficamos a saber quase na véspera que a princesa tem um compromisso inadiável com números e contas. Enfim… uma boa nota a Matemática, a concretizar-se, compensará a desilusão.

 

Depressa me adaptei a esta nova realidade de um domingo de clausura. Substituí o alardear por aí do meu novo look, por uma limpeza e arrumação dos armários da cozinha. Que tal? E não é que estou nas minhas sete quintas?! Também eles, os armários, ganharam um novo look!

 

Foi a compra, no sábado, de uns pratos rasos e de sobremesa novos que eu já andava a ambicionar há um tempo (para combinar com os de sopa que comprei nos saldos deste outono-inverno, que serviu de pretexto para a limpeza e arrumação que fiz hoje. Estou satisfeitíssima com o resultado. Aproveitei para redistribuir e reposicionar as loiças, deitar fora coisas velhas que já não me fazem falta nenhuma e desta forma rentabilizar os espaços. Tenho um gosto quase obsessivo-compulsivo por ter tudo imaculadamente alinhado e organizado. Só não chega a ser doentio porque no dia-a-dia raramente consigo ter tudo nos sítios como gosto e conseguir viver com isso dá-me a garantia de que não chego ao ponto de ter que ser vista por um psicólogo.

 

Foi também no sábado que fomos ver, os quatro (como eu gosto), o filme português do momento: “O amor é lindo… porque sim!”. Até gostei e ri-me um bom bocado, principalmente com a personagem da Maria Rueff. Apesar de achar a prestação de alguns atores e a estória (o guião) frágeis em alguns momentos, gostei do tipo de humor caricatural de alguma sociedade portuguesa, também com algum “nonsense” à mistura. A meu ver, os cenários foram também bem escolhidos, tanto as cenas de exteriores passadas nas ruas de Lisboa, como os interiores da Casa dos Patudos, em Alpiarça (a casa-museu residência de José Relvas que eu já visitei e recomendo vivamente) e o Museu da colecção Berardo (que tenho planos de visitar em breve).

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Valeu a pena. O que é português é bom!

 

E assim se passou a correr mais um fim-de-semana, com saúde, em família, com novidades na minha cozinha. Apesar do trabalho que tive, de estar cheia de dores nas costas e de sentir que o fim-de-semana devia começar agora, que  mais posso querer? 

 

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Maria Mocha é o pseudónimo de uma mulher que, de vez em quando, gosta de deixar os pensamentos fluir pela escrita, uma escrita despretensiosa, mas plena dos sentimentos e emoções com que enfrenta a vida. Assim, as criações intelectuais da Maria Mocha publicadas (textos, fotos) têm direitos de autor que a mesma quer ver respeitados e protegidos. Eventuais créditos de textos ou fotos de outros autores serão mencionados. Aos leitores da Maria Mocha um apelo: leiam, reflitam sobre o que leram, comentem, mas não utilizem indevidamente conteúdos deste blog sem autorização prévia da autora. Obrigada.

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